<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845456</id><updated>2011-04-22T02:15:55.119+01:00</updated><title type='text'>estratégias de comunicação</title><subtitle type='html'>Aquele que não sabe e PENSA que SABE é IGNORANTE. Aquele que sabe e SABE que SABE é SÁBIO. Assim diz a sabedoria chinesa</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ana Moutinho Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05036647223167003754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://pics-38.hi5.com/userpics/538/291/29159538.img.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>17</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845456.post-115008023167177482</id><published>2006-06-12T03:38:00.000+01:00</published><updated>2006-06-12T17:03:25.546+01:00</updated><title type='text'>aula 21 – A comunicação e a gestão de crise</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Como já podemos analisar em aulas anteriores assessor é um gestor de informação. Ele é um estratega, que controla os fluxos de informação e que tenta prever o que vai acontecer, para que possa manipular a informação com propósito de alcançar os objectivos do seu cliente.&lt;br /&gt;Todavia, ele nem sempre consegue antever os acontecimentos. Os protagonistas são apanhados de surpresa e gera-se uma situação de &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;crise&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;“Crise é cada situação ou evento que requer acção imediata para impedir um potencial impacto negativo sobre uma organização ou sobre os seus interlocutores.” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Lampreia, J. Martins, Gestão de Crises, Hugin Editores, Lisboa, 2003&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.textual.com.br/solucoes/solucoes_ger_crises.asp"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Crise é um evento súbito, aflitivo e fora de controle, que ameaça a reputação de uma empresa, a sua lucratividade, o futuro de seu negócio. De natureza variada, gerada inclusive a partir de fatores externos à empresa, pode colocar em risco a integridade física ou moral de funcionários e/ou comunidades e tornar vulneráveis produtos e serviços.Quando uma empresa enfrenta uma crise, seus executivos são assediados por jornalistas, clientes, políticos, grupos de interesse, funcionários, acionistas, vizinhos, curiosos. Todos preocupados. Todos exigindo respostas. E o grau de pânico, natural numa situação como essa, é inversamente proporcional ao nível de preparação da empresa para o enfrentamento da situação.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Numa situação de crise existem duas formas de reagir:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A primeira é &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Marketing Político&lt;/span&gt; (através de manipulação, mentira, pseudo acontecimentos, manobras de diversão, etc).&lt;br /&gt;A informação pode ser manipulada em função dos objectivos do protagonista. A manipulação é utilizada principalmente pelos políticos. Com objectivo de distrair os media e a opinião pública são criados os pseudo acontecimentos e as manobras de diversão. E como em grande parte das vezes a mentira é inevitável, nem sempre essas estratégias não funcionam, porque de certa forma a verdade será tão inevitável quanto a mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo lugar temos uma outra estratégia, a &lt;a href="http://www.comunicarte.com.br/at_com_cri.htm"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Comunicação de Crise&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt; &lt;/span&gt;– uma comunicação previamente estudada e com princípios bem definidos. Neste caso o erro é assumido e é adoptada uma política de transparência. Apesar do político mentir por norma, cada vez mais eles tem a percepção de que a sinceridade funciona bem junto da opinião pública. Muitos adoptam assim o “marketing da sinceridade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem casos em que não é de todo aconselhável mentir ou negar os factos. No que diz respeito a empresas de bens de consumo deverão ser sempre reconhecidos os erros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de não se preverem as situações de crise, pode ser sempre elaborado um plano de reacção à crise para que seja utilizado sempre que se justifique. Podemos então antever a comunicação a utilizar em situações de crise.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;“A Comunicação de Crise começa antes da Crise e a previsão e a preparação são as melhores armas com que uma instituição pode contar”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Martins, Luís Paixão, Schiu… está aqui um jornalista, 2ª edição, Editorial Notícias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.aberje.com.br/novo/curso-gerenciamento_comunic.asp"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Uma crise pode afetar ou destruir a reputação, a imagem, o clima organizacional, a confiança de seus clientes e a credibilidade de uma empresa ou instituição, pública ou privada, por vários anos. Pode também afetar seus resultados econômicos e financeiros, assim como trazer prejuízos profissionais a seus funcionários.Um planejamento empresarial que inclua o Gerenciamento e a Comunicação de Crises nas empresas é hoje uma exigência da economia globalizada e apresentam demanda crescente na Europa e USA. Sua importância estratégica pode ser atribuída à valorização que a opinião pública está dando para as questões comportamentais, à ética empresarial, o respeito aos valores sociais e à possibilidade da quantificação econômico/financeira das crises mal administradas. Os públicos internos e externos esperam que as empresas tenham e divulguem a existência desses planos de gerenciamento, demonstrando sua responsabilidade social.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Num cenário de crise torna-se imprescindível que a emprese tenha um &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;porta-voz&lt;/span&gt;, que, segundo Luís Paixão Martins, por norma deverá ser &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;“calmo, humano, sensível, com noção dos limites”&lt;/span&gt;. Deve ser sempre alguém escolhido previamente e com formação para saber falar e tenha presença perante os media.&lt;br /&gt;A empresa deverá ter também um &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;centro de imprensa&lt;/span&gt;, onde todas as informações serão disponibilizadas e as declarações prestadas. Para além disso, é extremamente importante que seja feita &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;boa gestão de informação de forma a que chegue a todos&lt;/span&gt;, sem qualquer privilégio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As crises devem ser vistas como oportunidades e não como calamidades.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;“Um optimista vê uma oportunidade em cada calamidade; um pessimista vê uma calamidade em cada oportunidade” &lt;/span&gt;&lt;em&gt;Winston Churchill&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/11-M.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/320/11-M.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O caso espanhol do 11-M:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No dia 11 de Março de 2004, dia de eleições, deu-se em Madrid um atentado islamita.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=2080"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A mídia martelava incessantemente pavorosas imagens do cruel e covarde atentado islâmico, que ceifou a vida de 191 pessoas e feriu quase 2.000 outras. Do auge da distensão passou-se para o auge da tensão, do torpor rotineiro à tempestade inopinada, da indolência sonolenta ao pânico paralisante.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;”&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O primeiro-ministro de Espanha, José Maria Aznar, atribui culpas á ETA, mesmo sem provas. A ETA que costumava reivindicar todos os seus atentados, desta vez não o fez. Sendo assim, os elementos ligados à ETA afirmaram não ter responsabilidades contrapondo a palavra do Primeiro-Ministro espanhol.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2005/06/24/internacional/aznar_uma_gestao_egoista_11_marco.html"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A comissão parlamentar de inquérito sobre os atentados de 11 de Março de 2004 (11-M), em Madrid, apresentou ontem as suas conclusões aprovadas na véspera. As maiores críticas vão para o Governo de José María Aznar, acusado de não ter valorizado a ameaça islamita antes do atentado que causou a morte a 192 pessoas e de ter passado "informação tendenciosa" sobre o ataque (insistindo na pista da ETA) para preservar as hipóteses de reeleição nas eleições de 14 de Março.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2005/06/24/internacional/aznar_uma_gestao_egoista_11_marco.html"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A forma como o Governo de Aznar lidou com a crise também é alvo de críticas. "É possível afirmar que a atitude do Governo foi exclusivamente motivada por interesses do partido", conclui a comissão parlamentar, lembrando que, mesmo perante "o mais grave atentado terrorista da história de Espanha", nem sequer foi reunido o gabinete de crise. Mais, que foi feita uma "gestão egoísta, centrada na manipulação informativa e no monopólio dos meios de comunicação". &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2005/06/24/internacional/aznar_uma_gestao_egoista_11_marco.html"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Os media públicos são acusados pela comissão do 11-M de parcialidade ao manter apenas a versão oficial dos factos. A TVE, por exemplo, terá ignorado o telefonema da ETA ao diário basco Gara para negar a sua responsabilidade no atentado e também não terá difundido as declarações do porta- -voz do ilegalizado Batasuna, Arnaldo Otegi, logo dia 11, nas quais este negava que os etarras estivessem implicados nos ataques.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845456-115008023167177482?l=estrategiascomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/feeds/115008023167177482/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845456&amp;postID=115008023167177482' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/115008023167177482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/115008023167177482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/2006/06/aula-21-comunicao-e-gesto-de-crise.html' title='aula 21 – A comunicação e a gestão de crise'/><author><name>Ana Moutinho Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05036647223167003754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://pics-38.hi5.com/userpics/538/291/29159538.img.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845456.post-115007990132492560</id><published>2006-06-12T03:33:00.000+01:00</published><updated>2006-06-12T16:53:12.636+01:00</updated><title type='text'>aula 20 – Karl Rove, THE SPIN DOCTOR</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/bush-brain.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/320/bush-brain.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Karl_Rove#Biographical_data"&gt;Karl Rove&lt;/a&gt;, nasceu a 25 de Dezembro de 1950, no estado do Colorado, Estados Unidos da América.&lt;br /&gt;É hoje um dos mais prestigiados conselheiros políticos a nível mundial. Mais conhecido como o &lt;span style="color:#009900;"&gt;“cérebro de Bush”&lt;/span&gt;, Rove é um spin doctor por exelência.&lt;br /&gt;Karl Rove, diz ser republicano desde os nove anos, e afirma que já nessa altura apoiava Richard Nixon contra John Kennedy. Era tal a devoção política que chegou a terminar qualquer curso. Rove é também um autodidacta e um leitor compulsivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2006/04/23/internacional/karl_rove_bush_a_batalha_eleitoral_n.html"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Rove entrou para a política aos 19 anos, filiando-se nos College Republicans, cuja presidência ganhou em 1973, num processo em que desacreditou os adversários: da convenção saíram dois presidentes, Rove e Robert Edgeworth, e foi o presidente da Comissão Nacional Republicana, George H.W. Bush, que decidiu dando a vitória a Rove.Desde então, Rove vive e respira política, nunca se tendo sequer formado. A primeira vitória foi em 1978, quando ajudou a eleger o republicano Bill Clements governador do Texas, estado que votava democrata.Depois de ser chefe de gabinete de Clements, fundou em 1981 a Karl Rove &amp; Company, e sistematicamente os seus clientes foram ganhando eleições.Quando, em 1994, Rove toma conta da campanha de George W. Bush para governador, já tinha reputação de trabalhador incansável, que nos bastidores preparava os clientes para uma vitória certa, e era visto pelos financiadores como o indicador seguro do "cavalo" em que deveriam apostar. A vitória de Bush foi conseguida com muito treino e bastidores, não só quanto à forma de actuar, mas também sobre o que o eleitorado queria ouvir, independentemente das posições do candidato.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mérito das vitórias de Bush deve-se indiscutivelmente a Karl Rover. Sem ele George W. Bush não teria chegado à presidência. Bush soube escolher as suas companhias! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/320/brain.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“&lt;a href="http://dossiers.publico.pt/shownews.asp?id=1207562&amp;idCanal="&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Bush há-de agradecer a reeleição a muitos, mas reserva certamente um "obrigado" especial, mais um, a Karl Rove, seu amigo e confidente desde 1993. Foi o conselheiro presidencial quem, ao longo de três anos e meio, desenhou e aplicou a estratégia de mobilização e campanha que acabou por resultar na reeleição com uma votação popular histórica. De caminho, ficou desfeito o mito de que uma grande afluência às urnas beneficiaria sempre o candidato democrata.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://dossiers.publico.pt/shownews.asp?id=1207562&amp;amp;idCanal="&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A maior das surpresas numa segunda administração Bush seria a partida de Rove - mas isso é, na prática, uma impossibilidade. Rove é mais do que um conselheiro. Para vários biógrafos e comentadores, ele é "o cérebro de Bush".&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;a href="http://tempoquepassa.blogspot.com/2004/11/bush-e-karl-rove.html"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O estratego político de George Bush soube, magistralmente, fazer o "perceptions management" dos seus alvos eleitorais... E repetiu na Casa Branca aquilo que já tinha feito no Texas - na segunda eleição aumentou a sua margem de vitória. Consegue, aliás, uma coisa bem rara na história política americana com a vaga republicana a impor-se na Casa Branca, no Senado e na Câmara de Representantes, numa sintonia política muito pouco habitual. Por alguma razão lhe chamam "Genious Boy"... Karl Rove fez com G. Bush 4 eleições. Ganhou-as todas!&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tempoquepassa.blogspot.com/2004/11/bush-e-karl-rove.html"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Karl Rove, um génio da comunicação política na Casa Branca.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;As características do verdadeito spin doctor, karl Rover:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- apesar de estar presente sempre que necessário, é sempre discreto; &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/bizarro_KarlRove&amp;Plato.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/320/bizarro_KarlRove%26Plato.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;- não há uma atribuição directa relativamente à função que exerce, uma vez que muitas dessas actividades são ilegais. Oficialmente, é consultor político de Bush.&lt;br /&gt;- é especialista em criar manobras de diversão, prestigiando a imagem do seu cliente e manchando a imagem do adversário;&lt;br /&gt;- tem acesso directo ao poder e uma relação de extrema confiança como esse mesmo poder;&lt;br /&gt;- conhece os meandros da comunicação, da política e do marketing, e selecciona as mensagens que o protagonista vai difundir;&lt;br /&gt;- consequentemente, tem total confiança de Bush, pertencendo ao seu meio íntimo;&lt;br /&gt;- recorre a estratégias menos correctas e moralmente pouco aceites, quebra as regras – “vale tudo”. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na maior Rove faz trabalho sujo. Recorre a golpes baixos. Faz tudo o que estiver ao seu alcança para conseguir a vitória.&lt;br /&gt;“&lt;a href="http://200.212.93.30/noblat/visualizarConteudo.do?metodo=exibirArtigo&amp;codigoPublicacao=12534"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Foi com essas credenciais, e a de operador político que joga bruto e sujo, que Karl Rove arregaçou as mangas pelo filho mais velho do ex-presidente George H. Bush, o qual acabara de ser derrotado por Bill Clinton.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Uma manobra de diversão que não deu certo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Um enviado dos EUA, &lt;a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI734495-EI294,00.html"&gt;Joseph Wilson&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI734495-EI294,00.html"&gt;viajou para Níger em fevereiro de 2002 em uma missão da CIA para investigar a veracidade de um relatório segundo o qual o país africano tinha vendido urânio ao Iraque para seu uso em armas nucleares.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quando Wilson não confirmou a versão oficial do governo sobre a venda de urânio ao Iraque, Surgiu o boato de &lt;a href="http://rtp1.rtp.pt/index.php?article=236714&amp;amp;visual=16"&gt;que a sua mulher, Valerie Plame, era uma espia da CIA.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;“O escândalo que agita os EUA ameaça assim virar-se contra a administração republicana, já que Rove é reconhecido como um dos principais obreiros da carreira política e da eleição de Bush como presidente. ”&lt;br /&gt;Em Dezembro de 2003, começaram as investigações de &lt;a href="http://br.news.yahoo.com/060526/40/155h1.html"&gt;Fitzgerald&lt;/a&gt; a fim de descobrir quem teria revelado a identidade de Valerie aos órgãos de comunicação social.&lt;br /&gt;Foram interrogados todos os elementos da Casa Branca, começando por Karl Rove.&lt;br /&gt;Algum tempo depois veio a provar-se que Karl Rover tinha sido o autor desta manipulação política. “&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u85619.shtml"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;De acordo com os jornais, Rove falou com os jornalistas sobre o trabalho, na CIA, de Plame antes de a notícia ser publicada. No entanto, o advogado de Rove, Robert Luskin, disse ao "Post" que o assessor de Bush não mencionou Plame pelo nome&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;”&lt;br /&gt;Perante um escândalo destes, George Bush prometeu que despedia o responsável por esta manobra de diversão. Assim, quando a verdade foi descoberta &lt;a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&amp;amp;id_news=224338"&gt;ele viu-se obrigado a despedir Karl Rove&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Apesar disso, alega-se que as relações de amizade mantém-se e ele continua a ser o conselheiro pessoal do Presidente.Conclui-se assim, que Karl Rove ao denunciar a espia da CIA pretendia distrair ao média. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;links de interesse:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.famoustexans.com/karlrove.htm"&gt;http://www.famoustexans.com/karlrove.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.correiocidadania.com.br/ed459/newton.htm"&gt;http://www.correiocidadania.com.br/ed459/newton.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845456-115007990132492560?l=estrategiascomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/feeds/115007990132492560/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845456&amp;postID=115007990132492560' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/115007990132492560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/115007990132492560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/2006/06/aula-20-karl-rove-spin-doctor.html' title='aula 20 – Karl Rove, THE SPIN DOCTOR'/><author><name>Ana Moutinho Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05036647223167003754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://pics-38.hi5.com/userpics/538/291/29159538.img.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845456.post-115007958239371486</id><published>2006-06-12T03:28:00.000+01:00</published><updated>2006-06-12T17:10:21.726+01:00</updated><title type='text'>aula 19 – Manobras da Casa Branca (the movie)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/wag%20the%20dog.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 236px; CURSOR: hand; HEIGHT: 292px" height="320" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/320/wag%20the%20dog.jpg" width="238" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Why does a dog wag its tail?&lt;br /&gt;Because a dog is smarter than its tail.&lt;br /&gt;If the tail were smarter, the tail would wag the dog”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Manobras da casa Branca &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;(Wag the Dog)&lt;/span&gt;, realizado por Barry Levinson, trata-se de uma sátira acerca das manobras de diversão feitas para a reeleição do presidente americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A menos de duas semanas das eleições, surge um escândalo que coloca em risco a reeleição do presidente americano. Os assessores do presidente americano sabem que o Washington Post vai publicar, amanhã, uma notícia envolvendo o presidente e uma jovem que este levou para a Sala Oval, acusando-o de &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;"conduta sexual indecorosa"&lt;/span&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Conrad Brean (Robert DeNiro), surge então como o &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;“Sr. Resolve Tudo”&lt;/span&gt;, contratado pelo presidente para elaborar um plano que distraia o eleitorado e a opinião pública até ao dia de eleições com intuito de abafar o polémico caso de assédio.&lt;br /&gt;Aliado ao famoso produtor de Hollywood, Stanley Motss (Dustin Hoffman) e ao seu grupo, Conrad Brean encena uma guerra virtual contra a Albânia. &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/albania%20war.png"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 267px; CURSOR: hand; HEIGHT: 202px" height="213" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/320/albania%20war.png" width="282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;SM – Porquê a Albânia?&lt;br /&gt;CB – Por que não?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;(..)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;SM - E o que querem que eu faça?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;CB - Que produza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;SM - Quer que produza a sua guerra?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;CB - Não uma guerra. É uma encenação. Precisamos de um tema, uma canção, efeitos visuais. Uma encenação, como nos Óscares.” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(a encenação da guerra é sem dúvida o caso de manipulação mais bem elaborado do filme)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, no decorrer deste plano infalível, Neal (adversário) com a ajuda da CIA, anuncia a paz e termina com a guerra. Para Conrad Brean, isto parece o fim da estratégia. No entanto, Stanley Motss acha que ainda há volta a dar, criando um herói de guerra. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;SM - Não, a guerra não acabou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;CB - Eu vi na televisão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;SM - Não. Foi para isso que me contratou. A guerra só acaba quando eu disser. O filme é meu, não da C.I.A.. Pensam que estão num beco sem saída? (...) Isto não é nada, nada! Isto é só a 1ª parte: "A Guerra". Agora precisamos de uma 2ª parte. Portanto, trabalhamos!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;(após discussão de ideias)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;SM - Certo. Portanto agora temos um tipo... não, um soldado americano... um bravo soldado americano é deixado para trás.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;SM - Um herói! Céus, onde é que tinha a cabeça? Tinhamos uma guerra e esquecemo-nos do herói. Não se pode ter uma guerra sem um herói."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Daí que surge, o soldado William Schumann &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;“Old Shoe”&lt;/span&gt; que fica prisioneiro na frente inimiga. É criado um enredo à volta de este soldado (a camisola com código de morse que diz &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;“Courage mon”&lt;/span&gt;; a criação de um disco antigo &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;“Good Old Shoe”&lt;/span&gt;; o atirar sapatos às àrvores) que na verdade é um condenado. No percusso do “resgate” do soldado Shuman, este é morto. O soldado Old Shoe é então lembrado como um herói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente ganha as eleições!!!..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"The End"&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Frases dos filme:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(quando surge a ideia do soldado Schumann &lt;em&gt;Old Shoe&lt;/em&gt;, Stanley Motss chama pelo colega de equipa Johnny&lt;em&gt;)&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"SM - Johnny!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;J - Que queres?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;SM - A guerra acabou. Vamos precisar doutra canção. Uma canção sobre um sapato... brilhante, preto. Um bom sapato velho."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(Conrad Brean a explicar a Stanley Motss porque precisa da sua ajuda)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"CB - Recordamos os slogans mas não as guerras. Sabe porquê? É o Show Business. Por isso é que estamos aqui.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(...)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;CB - Lembra-se da fotografia, mas esqueceu-se a guerra.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;CB - A guerra do Golfo. Bombas a cairem pela chaminé. 2500 missões diárias durante cem dias. Um vídeo duma bomba e os americanos acreditaram-se nessa guerra.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;CB - A guerra é um espectáculo. É por isso que estamos aqui."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Embora não seja referido o nome do presidente e este mesmo aparecer sempre de costas, este filme traz, inevitavelmente, à memória o caso &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Monica_Lewinsky"&gt;Bill Clinton e Mónica Lewinsky&lt;/a&gt;. Este caso sórdido vem mostrar que este filme não é tão ficção, apesar de Levinson confirmar a ausência de um ataque directo a Clinton: &lt;a href="http://www.publico.clix.pt/docs/seriey3/filmes/04.manobrasNaCasaBranca/brincar.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;“O filme não tem a ver com Clinton nem com nada de específico na sua administração. É mais sobre os media e a manipulação diária da realidade, o modo como as coisas são fabricadas, o que vai sendo cada vez mais sinistro devido aos avanços tecnológicos. Ver já não é crer.”&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;links de interesse:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ubista.ubi.pt/~soccom/ccscript19wag.htm"&gt;http://ubista.ubi.pt/~soccom/ccscript19wag.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.igutenberg.org/exter20b.html"&gt;http://www.igutenberg.org/exter20b.html&lt;/a&gt; (clinton lewinsky)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://verdade.no.sapo.pt/mind_control/clinton_lewinsky_p.html"&gt;http://verdade.no.sapo.pt/mind_control/clinton_lewinsky_p.html&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845456-115007958239371486?l=estrategiascomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/feeds/115007958239371486/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845456&amp;postID=115007958239371486' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/115007958239371486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/115007958239371486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/2006/06/aula-19-manobras-da-casa-branca-movie.html' title='aula 19 – Manobras da Casa Branca (the movie)'/><author><name>Ana Moutinho Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05036647223167003754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://pics-38.hi5.com/userpics/538/291/29159538.img.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845456.post-115007926793878243</id><published>2006-06-12T03:22:00.000+01:00</published><updated>2006-06-12T15:32:23.443+01:00</updated><title type='text'>aula 18 – “Spin Doctors”</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Não há uma definição precisa para &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Spin Doctor &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;talvez pelo facto de ser alguém discreto que está sempre na retaguarda e cuja função é, de certa forma, secreta. Poder-se-á dizer que spin doctor é uma espécie de assessor de imprensa mas num grau mais elevado e sofisticado; alguém que tenta influenciar a opinião pública através de uma mensagem manipulada.&lt;br /&gt;No que se trata da função de spin doctor, a manipulação não tem limites. É uma espécie de profissional contratado para fazer o “trabalho sujo”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há quem o denomine de consultor de tecnologia política: &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;“a manipulação da opinião pública é uma ciência exacta; pode-se fazer ganhar qualquer candidato desde que haja dinheiro ou se apliquem os golpes (sobretudo os mais baixos) ao adversário”&lt;/span&gt; (VISÂO)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A actividade de &lt;span style="color:#009900;"&gt;“spin doctor” &lt;/span&gt;tem características secretas. Será até possível negar a sua existência devido à não regulamentação dessa função. É alguém que tem ligação directa com o poder e que, frequentemente, utiliza a campanha negra. O &lt;span style="color:#009900;"&gt;spin doctor&lt;/span&gt; não olha a meios para servir os interesses do seu cliente, podendo utilizar os golpes mais sujos. Normalmente, não deixa impressões digitais e não contacta a comunicação social, apesar de ter como objectivo domina-la. Será necessário que conheça os meandros da comunicação e do marketing para elaborar a sua estratégia.&lt;br /&gt;O &lt;span style="color:#009900;"&gt;spin doctor&lt;/span&gt; não é político, mas sim alguém que trabalha para o político. A sua &lt;span style="color:#009900;"&gt;principal função será a de manipular a informação criando mensagens &lt;/span&gt;(frases assassinas; soundbites), criando “fictos” (factos fictícios), com objectivo de influenciar a opinião pública e até grupos de decisão como o parlamento.&lt;br /&gt;“&lt;a href="http://www.embaixada-americana.org.br/elections/glossary.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Assessor de mídia ou consultor político contratado em uma campanha para garantir que o candidato receba a melhor publicidade possível em uma dada situação. Por exemplo, após um debate entre candidatos à Presidência, o spin doctor de cada candidato procura os jornalistas para mostrar-lhes os pontos fortes de seu candidato e tentar convencer a imprensa e, por extensão, o público, de que seu candidato “venceu” o debate. Quando esses assessores de mídia estão trabalhando, diz-se que estão fazendo spinning ou pondo spin (colocando efeito) em uma situação ou um evento.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poder-se-á dizer que algumas acções do spin doctor podem ser consideradas crime. Será uma espécie de “vale tudo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Um caso de spin doctor em Portugal segundo o jornalista Luís Delgado&lt;/span&gt;:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Não, não é João Paulo II ou Bento XVI. O novo papa da informação é José Sócrates, português, primeiro-ministro, líder do Partido Socialista, senhor de grande obstinação e determinação, e o mais completo spin doctor nacional, homem de efeitos mediáticos e dominador de todas as técnicas de comunicação.&lt;br /&gt;No princípio alguns não perceberam. Quando usou o teleponto num comício pela primeira vez em Portugal, as opiniões não foram no sentido da inovação, mas da crítica por usar um sistema de apoio que já se utiliza há décadas em dezenas de países.&lt;br /&gt;Azar, para os que não entenderam. Sócrates, ali, naquele lugar, e dominando aquele instrumento, estava a dar o sinal de que seria, um dia, o melhor manipular de efeitos televisivos, de frases de propaganda, de planos visualmente sedutores e de conhecimento profundo do que de melhor se pratica por esse mundo fora.&lt;/span&gt;”(&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2006/04/03/opiniao/o_papa_informacao.html"&gt;mais&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;a href="http://www.negocios.pt/default.asp?SqlPage=Content_Opiniao&amp;CpContentId=233549"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Uma das dificuldades que os políticos actuais têm de resolver é a que resulta do contraste cada vez mais acentuado entre a complexidade dos problemas que defrontam e a hiper-simplificação que é necessário imprimir às ideias para que os media as divulguem e as opiniões públicas lhes concedam um mínimo de atenção. É esse hiato que os “spin doctors” procuram preencher, embora a infelicidade do método tenha ficado para já demonstrada com o episódio das armas de destruição maciça no Iraque. &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.negocios.pt/default.asp?SqlPage=Content_Opiniao&amp;amp;CpContentId=233549"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Antes de prosseguir com o tema, convém procurar uma tradução para os termos “spin” e “spin doctors”. (…) A palavra pode traduzir-se directamente por “urdir” ou “tecer” (como nas “malhas que o império tece”, do poema de Fernando Pessoa) ou figuradamente, como fez recentemente Correia de Campos, por “endireitas”, como equivalente de “spin doctors”. &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.negocios.pt/default.asp?SqlPage=Content_Opiniao&amp;CpContentId=233549"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O termo que, todavia, me parece mais adequado será o de “encenação”. A política sempre teve o seu lado de espectáculo que, na sociedade moderna, se acentuou fortemente, ao mesmo tempo que os problemas se tornavam mais complexos e que a expansão da literacia e do acesso à informação exigiam a capacidade de convencer um número crescente de cidadãos quanto à bondade de medidas, nem sempre populares ou fáceis de explicar. &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.negocios.pt/default.asp?SqlPage=Content_Opiniao&amp;amp;CpContentId=233549"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A encenação da política foi, por isso, ganhando importância, e acabou por ser distorcida em benefício de duas finalidades principais: (i) fixar a atenção do público em meia dúzia de “factos” ou de princípios que, uma vez aceites como provados ou como bons, passam a servir de fundamento inquestionado de políticas que estão longe de ser inquestionáveis; (ii) criar ou focar factos políticos menores ou meramente virtuais para desviar as atenções daquilo que realmente devia ser discutido.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;“&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(Spin significa desviar a trajectória)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Os dez mandamentos do “spin doctor” &lt;/span&gt;(segungo a revista Visão):&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Haver um só maestro (centralizar a informação);&lt;br /&gt;- Jogar bem (não tolerar fífias);&lt;br /&gt;- A mensagem, nada mais que a mensagem;&lt;br /&gt;- Alimentar os meios de comunicação a tempo e horas;&lt;br /&gt;- Guardar os bons pedaços (cachas, fugas) para os amigos;&lt;br /&gt;- Martelar a informação;&lt;br /&gt;- Tomar constantemente o pulso à opinião pública;&lt;br /&gt;- Testar e medir cada decisão (grupos de controlo;&lt;br /&gt;- Roubar ao adversário os melhores argumentos;&lt;br /&gt;- Enfeitar, ameaçar, por vezes bater. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845456-115007926793878243?l=estrategiascomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/feeds/115007926793878243/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845456&amp;postID=115007926793878243' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/115007926793878243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/115007926793878243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/2006/06/aula-18-spin-doctors.html' title='aula 18 – “Spin Doctors”'/><author><name>Ana Moutinho Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05036647223167003754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://pics-38.hi5.com/userpics/538/291/29159538.img.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845456.post-115007891458856391</id><published>2006-06-12T03:15:00.000+01:00</published><updated>2006-06-12T15:28:13.456+01:00</updated><title type='text'>aula 17 – Boris (the movie)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/Spinning-Boris.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/320/Spinning-Boris.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Boris&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://noblat.estadao.com.br/noblat/visualizarConteudo.do?metodo=exibirArtigo&amp;codigoPublicacao=7816"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;("Spinning Boris", no título original), dirigido por Roger Spottiswoode, mostra em 98 minutos a improvável virada que três marqueteiros americanos provocaram na eleição presidencial da Rússia, em 1996, viabilizando a impensável reeleição de Boris Yeltsin.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A 21 de Fevereiro de 1996, George Gorton (Jeff Goldblum), Dick Dresner (Anthony LaPaglia) e Joe Shumate (Liev Schreiber) aterram na gélida cidade de Moscovo. A 116 dias da eleição o presidente russo que pretende reeleição encontra-se nos 6% das estatísticas contra os 31% do adversário comunista, Gennady Zyuganov.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A primeira estratégia aplicada pelo três concultores políticos americanos foi a &lt;span style="color:#009900;"&gt;sondagem &lt;/span&gt;com um grupo aparentemente duvidoso que simulando um cenário de eleições, para saber opiniões acerca do presidente russo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trio cria assim o seu plano intitulado de &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;“Jogo de Eleição”&lt;/span&gt;, que determina os passos da campanha eleitoral que vai reeleger o presidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro passo foi mudar a expressão carrancuda de Boris Yeltsin, fazer do p&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/sorriso%20boris.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/200/sorriso%20boris.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;residente um sorridente.&lt;br /&gt;“&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Temos que alterar a sua imagem. Reembalá-lo.&lt;/span&gt;” (George Gortont) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com objectivo de alterar a sua imagem perante o eleitorado, o presidente planta árvores (com o auxílio de uma “&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;grande avançada&lt;/span&gt;”), participa em iniciativas de caridade, iniciativas religiosas, e até promove a sua ajuda aos necessitados através de soundbites:&lt;br /&gt;“&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Votem no Yeltsin para bem dos vossos filhos&lt;/span&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pedido de George Gorton, Bill Clinton convence Boris a criar &lt;span style="color:#009900;"&gt;anúncios televisivos &lt;/span&gt;promovendo imagem positiva. No dia 19 de Abril, presidente americano chega a estar ao lado de Yeltsin para ajudar na sua campanha.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para além destas técnicas de marketing político, existem outras não tão visíveis no filme, que são a propaganda e merchandising através de cartazes e alguns crachás que vão surgindo por vezes na sala de reuniões ou no escritório.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Aplicadas todas estas técnicas de marketing eleitoral o presidente encontra-se com ainda em desvantegem em relação ao o comunista Gennady Zyuganov.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de se mostrar sempre contra, o presidente vê-se forçado a jogar a última carta do baralho e aceita a proposta do trio de “marqueteiros americanos” para fazer uma &lt;span style="color:#009900;"&gt;campanha negativa&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;“&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Anúncios, slogans, pelotões da verdade. Vamos rufar tambores.&lt;/span&gt;” (Tatiana, filha de Boris)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;A campanha negativa&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“Em 1917, ninguém sabia que os comunistas matariam milhões e arrasariam comunidades inteiras. Os comunistas não mudaram de nome, nem alteraram os métodos. Ainda não é tarde para evitar a agitação civil.&lt;br /&gt;MANTENHA A RÚSSIA EM SEGURANÇA.” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boris Yeltsin vence então por três pontos tal como tinha previsto Joe Shumate.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/yanks%20to%20the%20rescue.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/320/yanks%20to%20the%20rescue.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Este filme é baseado em factos reais que vieram a público pela história publicada na revista Times, após a reeleição de Boris, tal como é retratado no filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Frases do filme:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;“Vou dizer ao presidente que temos os americanos”; “Estão contratados” (as mais repetidas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estende-se a mão, recolhe-se, estende-se, dão-se apertos de mão… esta parte é crucial” (George Gorton)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nada de nomes”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vou dizer ao papá para sorrir mais” (filha do presidente russo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É o Monte Everest da consultoria.” (Joe Shumate comentado a proposta)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;liks de interesse:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://noblat.estadao.com.br/noblat/visualizarConteudo.do?metodo=exibirArtigo&amp;codigoPublicacao=7816"&gt;http://noblat.estadao.com.br/noblat/visualizarConteudo.do?metodo=exibirArtigo&amp;amp;codigoPublicacao=7816&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://eefy.editme.com/BorisYeltsin"&gt;http://eefy.editme.com/BorisYeltsin&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845456-115007891458856391?l=estrategiascomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/feeds/115007891458856391/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845456&amp;postID=115007891458856391' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/115007891458856391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/115007891458856391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/2006/06/aula-17-boris-movie.html' title='aula 17 – Boris (the movie)'/><author><name>Ana Moutinho Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05036647223167003754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://pics-38.hi5.com/userpics/538/291/29159538.img.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845456.post-115007848180723845</id><published>2006-06-12T03:13:00.000+01:00</published><updated>2006-06-12T03:14:41.806+01:00</updated><title type='text'>aula 16 – Luís Paixão Martins no Isla</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845456-115007848180723845?l=estrategiascomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/feeds/115007848180723845/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845456&amp;postID=115007848180723845' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/115007848180723845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/115007848180723845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/2006/06/aula-16-lus-paixo-martins-no-isla.html' title='aula 16 – Luís Paixão Martins no Isla'/><author><name>Ana Moutinho Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05036647223167003754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://pics-38.hi5.com/userpics/538/291/29159538.img.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845456.post-115007837676105014</id><published>2006-06-12T03:05:00.000+01:00</published><updated>2006-06-12T15:01:13.240+01:00</updated><title type='text'>aula 15 – campanhas negativas (manipulação III)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Campanha negativa &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;– é uma campanha em que o candidato se empenha em “dizer mal” do adversário, revelando os defeitos do outro candidato. O candidato deixa de se preocupar apenas em evidenciar as suas qualidades. Este tipo de campanha tem muita expressão nos EUA e no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Principais características de uma campanha negativa&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;× &lt;span style="color:#009900;"&gt;acusações &lt;/span&gt;(implicitas ou explícitas), &lt;span style="color:#009900;"&gt;insinuações&lt;/span&gt;, &lt;span style="color:#009900;"&gt;comparações&lt;/span&gt;, &lt;span style="color:#009900;"&gt;criação ou aproveitamento de rumores&lt;/span&gt;;&lt;br /&gt;× &lt;span style="color:#009900;"&gt;cartazes e publicidade dirigida&lt;/span&gt;;&lt;br /&gt;× &lt;span style="color:#009900;"&gt;insultos e dialéctica violenta&lt;/span&gt; (uma das armas da campanha negativa muito utilizada no Brasil).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Campanha negativa em Portugal&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugal assistiu pela primeira vez, nas últimas eleições legislativas, a uma campanha tipicamente americana mais conhecida por campanha negra ou negativa. Até então, em Portugal apenas tínhamos assistido a campanhas positivas, que visavam valorizar as qualidades do candidato, sem ser demonstrada grande preocupação com o adversário. Podemos dizer que esta é uma novidade no nosso país e consequentemente um assunto ainda pouco estudado.&lt;br /&gt;Tivemos uma campanha eleitoral – promovida pelo PPD-PSD de Pedro Santana Lopes – marcadamente negativa e destrutiva. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/campanha%20negativa1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/320/campanha%20negativa1.jpg" border="0" /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/320/campanha%20negativa2.gif" border="0" /&gt;Temos o caso do rumor da homosexualidade de Sócrates que foi jogado na opinião pública, principalmente nos media. Os meios de comunicação social deram tal prestígio a este rumor, apesar de não o ter. Tornou-se assim, o tema principal durante a campanha.&lt;br /&gt;Num contexto eleitoral, em que os portugueses têm de tomar decisões políticas, a população teve de decidir se queria para primeiro-ministro alguém que era, supostamente, homosexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é possível dizer quem origina um rumor, mas podemos referir quem tirou proveito do mesmo. O PSD atribuiu um rumor ao PS, mesmo injustamente fê-lo. No entanto os resultados eleitorais mostram que não teve qualquer consequência e que o PSD não teve qualquer proveito.&lt;br /&gt;Não será possível afirmar que nunca existiram boatos na política eleitoral portuguesa, mas é facto que esses boatos jamais foram utilizados de forma tão deliberada e sistemática pela máquina de um partido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela primeira vez tivemos: um rumor numa campanha eleitoral; um rumor explorado por um candidato; cartazes com mensagens negativas contra o adversário.&lt;br /&gt;A comunicação social é a única que consegue dar visibilidade a um rumor. A partir do momento que um rumor passa na televisão todos passam a saber.&lt;br /&gt;Também temos a Internet que é um dos meios permite a maior propagação e perpetuação de um rumor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a campanha negativa é baseada em insinuações elas não se tornam demonstráveis. Mas quando são baseadas em factos, há provas e é real.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Devem ou não os rumores serem desmentidos?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quem defenda que o rumor deve tentar passar despercebido até que morra sozinho, ou seja, desprezar o rumor. No entanto, há ainda quem defenda o contrário, como é o caso de Joe Napolitan:&lt;br /&gt;«&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;si tu candidato está ganando con tranquilidad, y tú estás seguro de que el plan de tu campaña está bien deseñado que puede compensar las acusaciones del adversario (…) entonces quizá, quizá, puedas salir airoso ignorando a tu adversario. Pero yo aconsejo que no lo hagas&lt;/span&gt;» (in Salgado, Lurdes Martin, Marketing Político: Arte y Ciencia de la Persuasion en democracia», Paidós, Barcelona, 2002, pag. 236)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog sobre campanha negativa&lt;br /&gt;&lt;a href="http://murcon.blogspot.com/2006/05/o-gato-fedorento-o-cardeal-patriarca.html"&gt;http://murcon.blogspot.com/2006/05/o-gato-fedorento-o-cardeal-patriarca.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://nogueirajr.blogspot.com/2006/06/serra-no-quer-vincular-sua-campanha.html"&gt;http://nogueirajr.blogspot.com/2006/06/serra-no-quer-vincular-sua-campanha.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://gloriafacil.blogspot.com/2006/05/ao-p-dele-o-ferro-e-o-pedroso-foram.html"&gt;http://gloriafacil.blogspot.com/2006/05/ao-p-dele-o-ferro-e-o-pedroso-foram.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://carvalhadas-on-line.blogspot.com/2006/05/verdade-de-carrilho.html"&gt;http://carvalhadas-on-line.blogspot.com/2006/05/verdade-de-carrilho.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ablasfemia.blogspot.com/2006/05/brutal-brutal.html"&gt;http://ablasfemia.blogspot.com/2006/05/brutal-brutal.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;links de interesse:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.rtp.pt/index.php?article=152051&amp;visual=6"&gt;http://www.rtp.pt/index.php?article=152051&amp;amp;visual=6&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.auniao.com/ler.php?id=1387"&gt;http://www.auniao.com/ler.php?id=1387&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://visaoonline.clix.pt/default.asp?CpContentId=37115"&gt;http://visaoonline.clix.pt/default.asp?CpContentId=37115&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845456-115007837676105014?l=estrategiascomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/feeds/115007837676105014/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845456&amp;postID=115007837676105014' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/115007837676105014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/115007837676105014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/2006/06/aula-15-campanhas-negativas-manipulao.html' title='aula 15 – campanhas negativas (manipulação III)'/><author><name>Ana Moutinho Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05036647223167003754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://pics-38.hi5.com/userpics/538/291/29159538.img.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845456.post-115003880309093929</id><published>2006-06-11T16:10:00.000+01:00</published><updated>2006-06-12T15:10:45.836+01:00</updated><title type='text'>aula 14 – marketing político e marketing eleitoral (manipulação II)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A área de actividade onde há mais complexidade e mais manipulação é a política. E é nesta área que as estratégias de comunicação atingem o mais alto grau de sofisticação a ponto de se poder dizer que “vale tudo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falaremos então de &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Marketing Político &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Marketing Eleitoral&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Há quem diferencie Marketing Político de Marketing Eleitoral, como é o caso de Vladir Roberto Silva: &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;”&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/Marketing%20politico.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O marketing político está relacionado com a formação da imagem a longo prazo. É utilizado por pessoas e políticos que desejam projetar-se publicamente. Já o marketing eleitoral é de curto prazo. As estratégias e as táticas de comunicação são montadas em cima de um ambiente vivo, já existente, em andamento e não de um ambiente criado.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Não se ganham eleições sem marketing político da mesma forma que não se ganham eleições sem campanha eleitoral. Actualmente são raros os casos em que os últimos dias de campanha eleitoral determinam a vitória do partido. Por esse motivo, cada vez mais há a necessidade de a &lt;span style="color:#009900;"&gt;campanha&lt;/span&gt; ser &lt;span style="color:#009900;"&gt;permanente&lt;/span&gt; para ser eficaz. O comportamento do político durante o seu mandato torna-se determinante. E antes de serem ganhas as eleições o político já se encontra em campanha.&lt;br /&gt;“&lt;a href="http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/Marketing%20politico.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A campanha permanente em ação requer uma composição de uma equipe com profissionais altamente competentes. A comunicação funciona como a outra ponta do processo de marketing permanente. Um problema resolvido não apresenta muito benefício à imagem do político, se não for adequadamente divulgado. Se o político se omite, não comunica, em determinadas ocasiões, ele deixa espaço para o crescimento da oposição, bem como, deixa espaço também para versões distorcidas de seus opositores.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;”&lt;br /&gt;Silva, Vladir Roberto, &lt;em&gt;Marketing Político&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não será então de estranhar que o marketing tenha chegado à política. O marketing permite ter um conjunto de técnicas que, postas ao dispor de uma figura, a vai tornar popular, simpática e que lhe trará a vitória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quatros áreas fundamentais do marketing político&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Estudos de Opinião&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; (para preparar mensagens e testá-las antes e durante a campanha)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Focus Group &lt;/span&gt;(grupos focalizados) – junta-se um grupo de pessoas escolhidas sociologicamente, numa sala, para se fazer o estudo de opinião. É uma espécie de amostra representativa da população. “&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Focus group ou em português "discussões de grupo" é uma técnica utilizada na &lt;/span&gt;&lt;a title="Pesquisa de mercado qualitativa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pesquisa_de_mercado_qualitativa"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;pesquisa de mercado qualitativa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;, na qual se emprega a discussão moderada de entre 8 e 12 participantes. Discussões de grupo costumam durar entre hora e meia e duas horas e devem ser coordenadas por um moderador experimentado. Os focus groups são usados nos temas mais diversos. Muito frequentemente são usados em testes da publicidade, testes de conceito e como pré-fase de estudos quantitativos maiores.&lt;/span&gt;” (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Focus_group"&gt;definição de focus group na wikipédia&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Sondagem&lt;/span&gt; – “&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Como metodologia de pesquisa, a sondagem possibilita o conhecimento momentâneo de um universo de elementos, numa perspectiva descritiva e quantificada. A recolha e análise de dados é feita com base numa &lt;/span&gt;&lt;a title="Amostra" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Amostra"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;amostra&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; de elementos que deverá permitir a extrapolação das interpretações à totalidade do universo.&lt;br /&gt;As áreas de aplicação das sondagens estatísticas são muito diversas, tendo especial destaque os estudos das populações humanas, nomeadamente sob a forma de estudos pré-eleitorais ou de &lt;/span&gt;&lt;a title="Opinião pública" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Opini%C3%A3o_p%C3%BAblica&amp;action=edit"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;opinião pública&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;. Ainda no que diz respeito a este tipo de populações, as sondagens surgem noutras áreas como a &lt;/span&gt;&lt;a title="Sociologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sociologia"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;sociológica&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; (por exemplo, estudo sobre a &lt;/span&gt;&lt;a title="Literacia" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Literacia&amp;amp;action=edit"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;literacia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; de uma população), &lt;/span&gt;&lt;a title="Demografia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Demografia"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;demográfica&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; (por exemplo, caracterização da estrutura dos &lt;/span&gt;&lt;a title="Agregado familiar" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Agregado_familiar&amp;action=edit"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;agregados familiares&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;), &lt;/span&gt;&lt;a title="Economia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;económica&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; (por exemplo, construção de indicadores de conforto de uma &lt;/span&gt;&lt;a title="População" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PopulaÃ§Ã£o"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;população&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;) ou de &lt;/span&gt;&lt;a title="Marketing" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;marketing&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; (por exemplo, estudos sobre o comportamento dos consumidores de certo produto).&lt;/span&gt;” (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sondagem"&gt;sondagem na Wikipédia&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Publicidade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;/&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Propaganda&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;/&lt;a href="http://www.pmelink.pt/pmelink_public/EC/0,1655,1005_22433-3_41102--View_429,00.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Merchandising&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os cartazes e os outdoors tornaram-se ao longo dos tempos indispensáveis como intrumentos de veiculação da mensagem política. Já para não falar das pequenas oferendas que a maioria do eleitorado gosta de receber, como é o exemplo dos isqueiros, canetas, bandeiras, t-shirts, aventais de cozinha e até luvas de cozinha para pegar o assado do forno. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/320/LUVA.jpg" border="0" /&gt; &lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/320/pormenor.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/LUVA%20BLOG.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Marketing Directo &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;– comunicação mais personalizada, através de comícios, arruadas e últimas promessas. Em época de eleições os políticos saem à rua para um contacto directo com os eleitores, com caravanas passeiam pelas cidades a divulgar o respectivo partido.&lt;br /&gt;“&lt;a href="http://www.pmelink.pt/pmelink_public/EC/0,1655,1005_5059-3_41102--View_429,00.html"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Numa era em que o consumidor individual tem cada vez maior poder e exige soluções cada vez mais personalizadas, as formas de comunicação individualizadas ganham importância. O marketing directo responde a essa necessidade de comunicação personalizada, ao oferecer um conjunto de instrumentos que permite comunicar directamente com os clientes potenciais, a um menor custo e com maior eficácia em relação aos meios de comunicação tradicionais.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Relações Públicas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;/&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Assessoria de Imprensa &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrevistas, declarações programadas, reacções, ocupação do espaço mediático, fugas de informação, exclusivos, soundbite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sound_bite"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Soundbite&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt; &lt;/span&gt;é uma forma de manipulação da opinião pública muito simples e eficaz, que visa a criação de uma frase curta com uma ideia chave, com intuito de que essa seja repetida pelas pessoas e vá directa ao coração do jornalista. O soundbite é mais que um slogan. É sim a redução de um discurso ou de uma ideia a uma mínima expressão “infalível” para prender a atenção dos media e que fique a “sussurrar” na cabeça de todos.&lt;br /&gt;Será então óbvio que todos os políticos gostariam de ter um soundbite na sua comunicação.&lt;br /&gt;O espaço mediático é tão disputado e finito, que quem consegue entrar tem sempre pouco tempo para transmitir a sua mensagem. Sendo assim, é importante que esse escasso tempo seja realmente aproveitado. E ser de facto eficaz é quando o político consegue transmitir a mensagem com sucesso e atinge o objectivo pretendido. Daí a importância do soundbite, da ideia chave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplos de soundbite: &lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/peace_and_love_heart.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 120px; CURSOR: hand; HEIGHT: 118px" height="178" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/200/peace_and_love_heart.jpg" width="176" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem não conhece o velho e sempre actual “&lt;a href="http://www.sfheart.com/peaceandlove.html"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;peace and love&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;”. Apareceu na época dos anos 60 com os &lt;a href="http://www.hippy.com/hippyway.htm"&gt;hippies&lt;/a&gt; e ficou imortalizado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/make_love_not_war.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 128px; CURSOR: hand; HEIGHT: 146px" height="175" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/200/make_love_not_war.gif" width="142" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Também ligado ao movimento hippie teremos outro soudbite “&lt;a href="http://www.angelfire.com/sd/urdumedia/peace.html"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;make love not war&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;” que também se imortalizou e que actualmente é muito usado em iniciativas que promovem a paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2005/01/17/opiniao/o_senhor_sound_bite.html"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Paulo Portas é, por mérito próprio, o senhor sound bite da política portuguesa. (…) E Paulo Portas retomará, na campanha, o que melhor sabe fazer frases curtas que ficam no ouvido como as músicas das feiras e dos bailes de aldeia. Do «Eu fico», que marcou a sua candidatura à Câmara de Lisboa, ao «Voto útil» que sintetiza agora uma estratégia de sedução junto do eleitorado, o senhor sound bite está de volta.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O marketing político trata de tudo o que diz respeito à imagem exterior do político. Desde a sua reputação, simpatia, valores, á forma de estar e de vestir, é o marketing que potencia o político. Esta é uma arma muito forte que pode fazer com que o político ganhe as eleições. Claro está que, se o candidato não tiver qualidades que de facto possam potenciadas o marketing pode disfarçá-las mas não as poderá esconder a longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Links de interesse:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.publico.clix.pt/tvzine/critica.asp?id=1454"&gt;http://www.publico.clix.pt/tvzine/critica.asp?id=1454&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.luispaixaomartins.net/arquivo03shakespeare.htm"&gt;http://www.luispaixaomartins.net/arquivo03shakespeare.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.umacoisaeoutra.com.br/marketing/mktpol.htm"&gt;http://www.umacoisaeoutra.com.br/marketing/mktpol.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845456-115003880309093929?l=estrategiascomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/feeds/115003880309093929/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845456&amp;postID=115003880309093929' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/115003880309093929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/115003880309093929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/2006/06/aula-14-marketing-poltico-e-marketing.html' title='aula 14 – marketing político e marketing eleitoral (manipulação II)'/><author><name>Ana Moutinho Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05036647223167003754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://pics-38.hi5.com/userpics/538/291/29159538.img.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845456.post-114985815289847521</id><published>2006-06-09T13:31:00.000+01:00</published><updated>2006-06-09T14:02:32.953+01:00</updated><title type='text'>aula 13 – Manipulação (I), manobras de diversão, pseudo-acontecimentos…</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;            Muita da informação que chega ao jornalista é fabricada, construída ou até &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;manipulada&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Essa é uma das funções do assessor de imprensa de quem já falamos anteriormente. Como já foi referido na aula anterior a função do assessor é “cuidar” a informação de acordo com os interesses do protagonista da comunicação e de forma a captar a atenção dos media. Assiste-se assim a uma manipulação do jornalista com o objectivo de este publique ou transmita o que o assessor quer promover.&lt;br /&gt;            Ou seja, quando alguém liga para uma redacção não o faz por “desporto” mas sim por algum interesse subjacente. Torna-se óbvio que a informação quando chega ao profissional de jornalismo já terá sido fabricada, recriada, manipulada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Mas a &lt;span style="color:#009900;"&gt;manipulação nem sempre está ligada ao acto de enganar&lt;/span&gt;. Muitas das vezes a mensagem é manipulada no sentido de alterar a realidade ao gosto do protagonista de comunicação. Existem casos em que a manipulação só leva à alteração de pormenores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Na &lt;span style="color:#009900;"&gt;comunicação existe sempre um objectivo, o que pressupõe a existência de uma estratégia &lt;/span&gt;que irá excluir dados que não interessam ou que não convém que sejam publicados. Torna-se então inevitável que a informação seja seleccionada e cuidada em prol dos interesses do protagonista da comunicação.&lt;br /&gt;            No entanto, apesar de ser imprescindível, &lt;span style="color:#009900;"&gt;não basta ao protagonista elaborar uma estratégia de comunicação&lt;/span&gt;. O espaço mediático é, actualmente, muito reduzido e consequentemente muito disputado. Portanto, no seio desta concorrência é &lt;span style="color:#009900;"&gt;necessário saber como ocupar esse espaço mediático pretendido&lt;/span&gt;, ou seja, saber de facto a informação que interessa aos jornalistas. Torna-se fulcral &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;possuir o melhor argumento&lt;/span&gt;, pois quem não o tiver será excluído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;             &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Mas como ganhar esse espaço mediático tão pretendido por todos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;            Para ganhar espaço mediático o assessor pode sempre &lt;span style="color:#009900;"&gt;criar iniciativas com valor mediático&lt;/span&gt;. Mas não basta dar valor a essas iniciativas uma vez que elas já são inúmeras. É para além disso é importante prender a atenção dos profissionais do jornalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Quando o protagonista quer, por outro lado, impedir que determinado facto seja transmitido recorre-se á &lt;span style="color:#009900;"&gt;manipulação através de manobras de diversão&lt;/span&gt;. São criados factos alternativos para diminuir o impacto das notícias negativas, com objectivo de desviar a atenção da comunicação social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            No entanto, para criar estas manobras é fundamental que o protagonista saiba de antemão quais as notícias negativas que irão ser divulgadas e que poderão ser alvo do desvio de atenção.&lt;br /&gt;            Um exemplo: um ministro que se demite após a publicação de algo que ponha em jogo a sua reputação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Esta manobra surge então como uma espécie de “&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;cortina de fumo&lt;/span&gt;” que obriga a comunicação social a olhar para outros lados. Como não é possível ao protagonista da comunicação controlar o espaço mediático ele irá tentar manipula-lo de acordo com os seus interesses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Para além das manobras de diversão que manipular as notícias negativas, existem ainda os &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;pseudo-acontecimentos &lt;/span&gt;para as notícias positivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Podemos entender &lt;strong&gt;pseudo-acontecimentos &lt;/strong&gt;como realidades fictícias criadas por alguém que nisso tem proveito. É uma realidade construída (falsa/paralela ao real) com a função de criar notícias positivas de tal valor mediático com intuito de tornar “obrigatória” a publicação por parte dos jornalistas.&lt;br /&gt;            Os &lt;strong&gt;pseudo-acontecimentos &lt;/strong&gt;são o grau máximo de sofisticação que os protagonistas têm para captar a atenção dos meios de comunicação social.&lt;br /&gt;            &lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Daniel Boorstin&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, historiador norte-americano, foi o criador do conceito de pseudo-acontecimento. “&lt;a href="http://www.ivt-rj.net/caderno/anteriores/17/book/book.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;São os chamados "pseudo-acontecimentos" de Boorstin, um termo comumente relacionado ao turismo de massa que com suas visitas-guiadas criam um mundo de ilusões com atrações "inventadas" e fora da realidade local. Essas visitas "são feitas sob a proteção da 'bolha ambiental' do hotel familiar, de estilo americano, que isola o turista da estranheza do ambiente que o cerca e o hospeda" (URRY: 2001, p.23).&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;”&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.sou.edu/polisci/hughes/image.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Excerto do ensaio intitulado The Imagem que Boorstin escreveu em 1962.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Existem ainda notícias que são criadas a partir de &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;fuga de informação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Este é um caso de &lt;strong&gt;pseudo-acontecimento&lt;/strong&gt;. Muitas vezes o protagonista da comunicação conferencia em &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;off-record &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;com intuito de despertar o interesse do jornalista, que se vê obrigado a investigar acerca do que lhe foi “confidenciado”. A informação off record não pode ser atribuída a ninguém, é anónima. No entanto, por uma questão de manutenção de credibilidade do próprio media, é sempre necessário confirmar os conteúdos revelados. E se o &lt;em&gt;off-record&lt;/em&gt; for desrespeitado é condenável deontologicamente mas não punível profissionalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            No meio deste cenário &lt;span style="color:#009900;"&gt;o jornalista acaba por seu um refém da informação que alguém pretende ver publicada&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;            É no seio de um processo complexo, em que existem diversas formas do protagonista conseguir que as suas matérias sejam transmitidas, que o jornalista funciona como mero mediador. O jornalista acaba por colaborar nessa mesma estratégia, sendo muitas vezes empurrado para publicar determinada notícia mesmo que essa não tenha qualquer valor. Estes estratagemas obrigam muitas vezes o jornalista a publicar aquilo que não quer.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845456-114985815289847521?l=estrategiascomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/feeds/114985815289847521/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845456&amp;postID=114985815289847521' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/114985815289847521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/114985815289847521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/2006/06/aula-13-manipulao-i-manobras-de.html' title='aula 13 – Manipulação (I), manobras de diversão, pseudo-acontecimentos…'/><author><name>Ana Moutinho Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05036647223167003754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://pics-38.hi5.com/userpics/538/291/29159538.img.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845456.post-114977907106402494</id><published>2006-06-08T15:57:00.000+01:00</published><updated>2006-06-08T16:06:59.340+01:00</updated><title type='text'>aula 11 - Inevitabilidade da mentira e a ética na assessoria de imprensa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O aumento da luta pelo espaço mediático tem levado a uma crescente necessidade de &lt;span style="color:#009900;"&gt;sofisticação da mensagem&lt;/span&gt;. Assim sendo, as &lt;span style="color:#009900;"&gt;estratégias de comunicação tornam-se cada vez mais complexas, precisando cada vez mais do auxilio do assessor de imprensa&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;O assessor de imprensa utiliza estratégias cada vez mais dissimuladas e subtis, de modo a manipular o trabalho dos jornalistas sem que esses se apercebam, defendendo assim os interesses dos seus clientes.&lt;br /&gt;No entanto, para garantirem a satisfação desses mesmo interesses as estratégias aplicadas nem sempre são as mais correctas, como é o caso da &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;mentira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;span style="color:#009900;"&gt;falta de regulamentação da actividade&lt;/span&gt; de assessoria de imprensa e a &lt;span style="color:#009900;"&gt;precariedade da profissão &lt;/span&gt;contribui fatalmente para esta problemática – &lt;span style="color:#009900;"&gt;inevitabilidade da mentira&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;O &lt;a href="http://www.apecom.pt/public/Sections.asp?section_id=19"&gt;&lt;strong&gt;Código de Ética&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;da APECOM – mais usado em Portugal – e o &lt;a href="http://www.apecom.pt/public/Sections.asp?section_id=10"&gt;&lt;strong&gt;Código de Estocolmo&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;– bíblia da profissão de Relações Públicas – são a única legislação que tenta delimitar o padrão para o exercício da profissão de assessoria de imprensa e que se tem demonstrado inútil. Apesar das normas e regras que são nomeadas nestes códigos, não existe qualquer ordem que penalize o não cumprimento das mesmas. &lt;span style="color:#009900;"&gt;Cada um impõe a si próprio um código consoante o seu bom senso e ética&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim diz o Código de Estocolmo:&lt;br /&gt;“&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;É nossa &lt;strong&gt;esperança e expectativa&lt;/strong&gt; que ao definir normas sectoriais estamos a tomar a iniciativa de definir o ambiente de negócios das nossas empresas e as expectativas dos Governos, das empresas e dos trabalhadores nos mercados em que actuamos. Simplificámos a linguagem, removemos áreas que encorajam a ambiguidade e concentrámo-nos no &lt;strong&gt;comportamento que deverá ser esperado da parte de um profissional&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Este novo Código de Estocolmo da ICCO define as normas profissionais das empresas de relações públicas, que não coincidem com as convicções pessoais ou com as normas, regras e leis éticas nacionais. &lt;strong&gt;Não descreve como funcionam actualmente todas as consultoras de relações públicas, nem abrange todas as situações possíveis. É apenas tão obrigatório quanto o bom senso o permita, mas não descreve como devem comportar-se e actuar as empresas membro da ICCO&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, também, que ter em conta a &lt;span style="color:#009900;"&gt;precariedade da profissão no que diz respeito à contratação&lt;/span&gt;. Muitos assessores de imprensa encontram-se em situação profissional instável, como é o caso dos contratos a recibos verdes que não lhes permite chegar aos quadros da função pública ou da empresa que os contratam.&lt;br /&gt;Outro factor que contribui para a instabilidade profissional do assessor está relacionado com as &lt;span style="color:#009900;"&gt;relações de confiança pessoal&lt;/span&gt;, que são fundamentais num contexto político. O assessor é contratado e pago para cumprir os objectivos de quem solicita os seus serviços. No entanto, nem sempre os interesses do jornalista coincidem com os do protagonista, obrigando por vezes o assessor a optar por atitudes menos correctas como a &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;mentira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;omissão&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, para satisfazer os interesses do seu cliente. Assim sendo, é colocada em risco a relação assessor/jornalista que assenta em princípios como a honestidade, a verdade.&lt;br /&gt;Porém, como se diz na linguagem popular “a mentira tem perna curta”. E na assessoria não será diferente uma vez que a mentira é apenas uma solução a curto prazo. O assessor que mente pode impedir a publicação de uma notícia mas não por muito tempo. Mais tarde ou mais cedo a verdade virá à “tona”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na maioria dos casos a mentira é facilmente detectável. Existem algumas técnicas usadas pelo assessor quando este é confrontado com as questões dos jornalistas acerca de um assunto pouco favorável: o assessor diz que não está ou que liga amanhã; recusa-se a responder; nega os factos quando confrontado com a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o assessor não pode dizer a verdade recorre por vezes à &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;omissão&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Esta será também uma forma de fugir à verdade. O assessor passa assim a ocultar a informação. A omissão é vista por alguns como uma forma de mentir, e por outros uma forma de ser o mais sincero possível. Digamos que acaba por ser uma mentira parcial ou uma meia verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste contexto, &lt;span style="color:#009900;"&gt;é fundamental que o jornalista tenha a noção de que o assessor “amigo” não existe, e que o objectivo principal do assessor será o de convencer o jornalista daquilo que informa, nem que para isso seja necessário recorrer à manipulação&lt;/span&gt;. É essencial saber que o assessor que o contacta não é inocente e está a cumprir os objectivos para quem presta os seus serviços. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Ter uma atitude crítica e um espírito independente é extremamente importante&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845456-114977907106402494?l=estrategiascomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/feeds/114977907106402494/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845456&amp;postID=114977907106402494' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/114977907106402494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/114977907106402494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/2006/06/aula-11-inevitabilidade-da-mentira-e.html' title='aula 11 - Inevitabilidade da mentira e a ética na assessoria de imprensa'/><author><name>Ana Moutinho Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05036647223167003754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://pics-38.hi5.com/userpics/538/291/29159538.img.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845456.post-114977851519747987</id><published>2006-06-08T15:32:00.000+01:00</published><updated>2006-06-08T15:55:16.433+01:00</updated><title type='text'>aula 10 - Palestra com Rafael Rocha - Assessoria de Imprensa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/320/anje.gif" border="0" /&gt;O assessor de imprensa da &lt;a href="http://www.anje.pt/2005/default.asp"&gt;ANJE&lt;/a&gt; (Associação Nacional de Jovens Empresários) Rafael Alves Rocha esteve presente no ISLA Gaia para dar a conhecer um pouco mais daquilo que faz e é o assessor de imprensa. A palestra realizou-se no dia 9 de Janeiro no âmbito de uma iniciativa organizada por Joana Sousa e Zélia Oliveira, duas alunas no 4º ano de Comunicação Empresarial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rafael Alves Rocha, licenciado na universidade do Minho em Comunicação Social, afirma que na altura em que se formou não existam cadeiras especializadas na área de assessoria de imprensa e que o seu conhecimento o obteve através de experiência profissional. No entanto, o assessor acredita que actualmente o aluno que estude Comunicação é melhor preparado pelas universidades uma vez que já existe um melhor reconhecimento social da profissão. Refere também que há maior profissionalização da assessoria e que hoje o assessor de imprensa é um profissional, sendo de alguma maneira a porta para ter acesso à empresa, o que faz, etc. É interface entre organização e público.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para Rafael Rocha o &lt;span style="color:#009900;"&gt;assessor de imprensa é um gestor de informação&lt;/span&gt;, que faz com que chegue ao jornalista, o melhor possível, toda a informação. Desta forma, o assessor é visto como fonte para o jornalista. E deixa claro que assessoria de imprensa é uma coisa e relações públicas outra, pois este vê a função de relações públicas associada à “política do croquete”, ou aos organizadores de festas. Mas não será a assessoria de imprensa uma parte integrante das relações públicas? Se não teve origem nas RP de onde veio a Assessoria de Imprensa? (algumas questões retóricas)&lt;br /&gt;Salienta também, que no actual mundo global e competitivo há uma maior procura de assessores de imprensa, para colmatar a necessidade de comunicar cada vez melhor para dar a conhecer ao público alvo uma melhor imagem da empresa. Há necessidade de se ter mais informação e de dar a conhecer melhor o que há. E acrescenta que há uma série de ferramentas que é necessário dominar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Portugal Fashion é, segundo o assessor, um dos projectos da ANJE com ma&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/portugal%20fashion.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/320/portugal%20fashion.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;is visibilidade mas que representa apenas uma pequena percentagem do trabalho levado a cabo pela empresa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Rafael Rocha traçou alguns exemplos daquilo que faz o assessor na realização de um evento como o Portugal Fashion&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;Em primeiro lugar é &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;elaborado um comunicado de imprensa &lt;/span&gt;(por outras palavras press-release) para suscitar curiosidade e interesse nos destinatários (essencialmente jornalistas).&lt;br /&gt;Para além do comunicado são &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;distribuídos por esses mesmos destinatários dossiers de imprensa&lt;/span&gt;, entre outras coisas. Ou seja, são é produzido material para mostrar aos jornalistas/intervenientes.&lt;br /&gt;Outras funções do assessor é &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;escolher quais os jornalistas que vão ser convidados, onde colocam os jornalistas, onde colocam os fotógrafos &lt;/span&gt;(confidencia Rafael Rocha que esta última foi uma das grandes questões do último Portugal fashion devido à luz do evento).&lt;br /&gt;Quanto à escolha dos jornalistas é necessário saber sempre &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;quais são os meios que têm estatuto editorial que vá de encontro ao evento que é promovido&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Cabe também ao assessor criar uma imagem, um cenário adequado que funcione como marca nos locais onde possam decorrer as &lt;strong&gt;flash interviews&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será impossível não referir o facto de Rafael Rocha ter afirmado que o “amiguismo” já não é factor chave da actividade do assessor de imprensa salientando que fazem sempre chegar a informação mais transparente ao jornalista não manipulando nem fazendo lóbi.&lt;br /&gt;Será o assessor de imprensa tão arrojado para chegar ao ponto de desmentir o seu patrão correndo o risco de perder o seu “ganha pão”? Não me parece!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;dossier de Cliping &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;reúne todas as notícias que saíram sobre determinado evento, possibilitando o acesso as todas essas notícias. Esse dossier será depois ser analisado qualitativamente para que seja estudado a percentagem negativa que houve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rafael Rocha refere ainda que não cabe ao assessor interferir na redacção da notícia mas sim, despertar ao lado de lá o interesse, e prestar a informação que queremos que chegue ao público. Defende que o assessor de imprensa não deve criar distinções ou ter preferências relativamente aos meios de comunicação mas por outro lado criar relações a médio/longo prazo para não denegrir a imagem do mercado de trabalho. O assessor pode ser também o porta voz da instituição, ou até um gestor de crise. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845456-114977851519747987?l=estrategiascomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/feeds/114977851519747987/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845456&amp;postID=114977851519747987' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/114977851519747987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/114977851519747987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/2006/06/aula-10-palestra-com-rafael-rocha.html' title='aula 10 - Palestra com Rafael Rocha - Assessoria de Imprensa'/><author><name>Ana Moutinho Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05036647223167003754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://pics-38.hi5.com/userpics/538/291/29159538.img.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845456.post-114977692534926775</id><published>2006-06-08T15:13:00.000+01:00</published><updated>2006-06-08T15:30:39.240+01:00</updated><title type='text'>aula 9 – Assessoria de Imprensa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Assessoria de imprensa é uma disciplina das relações públicas que se destina a estabelecer relações com os jornalistas. Com o intuito de que os jornalistas criem uma mensagem positiva acerca dos protagonistas a assessoria de imprensa estabelece as relações e coloca-se entre ambos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A Assessoria de Imprensa é uma das três subdivisões das atividades de &lt;/span&gt;&lt;a title="Assessoria de Comunicação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assessoria_de_ComunicaÃ§Ã£o"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Assessoria de Comunicação&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; (sendo as outras duas &lt;/span&gt;&lt;a title="Relações Públicas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RelaÃ§Ãµes_PÃºblicas"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Relações Públicas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;a title="Publicidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Publicidade"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Publicidade &amp; Propaganda&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;). Sua principal tarefa é estabelecer ligação direta entre uma entidade e a &lt;/span&gt;&lt;a title="Mídia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MÃ&amp;shy;dia"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;mídia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;.&lt;br /&gt;A Assessoria de Imprensa trata da gestão do relacionamento entre uma pessoa física, entidade, empresa, órgão público e a imprensa. [...] A assessoria de imprensa, cada vez mais, faz parte de um conjunto de atividades relacionadas à comunicação organizacional e que pode incluir comunicação interna, relacionamento com clientes, marketing, publicidade, internet.&lt;br /&gt;Uma Assessoria de Imprensa trabalha para um assessorado, que pode ser um cliente particular ou uma instituição. Empresas,´pessoas físicas como "personalidades públicas&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;", médicos, advogados, músicos e instituições e organizações como empresas estatais, &lt;/span&gt;&lt;a title="Autarquia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Autarquia"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;autarquias&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a title="Governo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Governo"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;governos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a title="Partido político" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_polÃ&amp;shy;tico"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;partidos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a title="Sindicato" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sindicato"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;sindicatos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a title="Clube" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Clube"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;clubes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a title="ONG" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ONG"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;ONGs&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;, ou indivíduos, entre outros costumam utilizar serviços de assessoria de imprensa. O interesse pela assessoria, em geral, é determinado pela geração de informações de interesse público. A prioridade de uma assessoria de imprensa é facilitar o trabalho dos jornalistas. Muitas vezes, entretanto (e infelizmente), a maior preocupação está em dar visibilidade aos clientes.&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;” &lt;/span&gt;(&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Assessoria_de_imprensa"&gt;assessoria de imprensa – Wikipédia&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visão idealizada da assessoria, em que o assessor tem o rótulo de se limitar a transmitir tudo o que lhe dizem, tende a desaparecer. Actualmente, &lt;span style="color:#009900;"&gt;0 assessor de imprensa é parte integrante da estratégia de comunicação&lt;/span&gt;, uma vez que colabora em todas as fases dessa mesma estratégia. O assessor está por dentro de tudo o que se passa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;strong&gt;assessoria de imprensa estabelece essas relações com o objectivo de convencer os jornalistas das suas mensagens&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;Estas relações são fulcrais, pois não interessa apenas ao assessor que a mensagem passe como publicidade, mas que ganhe importância mediática, chegando aos meios de comunicação social como &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;notícia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Sendo então primordial objectivo que as mensagens cheguem aos media torna-se obvio que &lt;span style="color:#009900;"&gt;o “campo de recrutamento” da assessoria de imprensa seja o jornalismo&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Quem melhor que um (ex) jornalista para saber o que querem e como pensam o meio jornalístico? Daí que muitos jornalistas exerçam também a função de assessoria de imprensa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dos problemas criado pela falta de regulamentação das relações públicas é o “vai – vem” entre o jornalismo e as relações públicas. Legalmente, nada impede que o jornalista exerça relações públicas ou assessoria de imprensa. Segundo o &lt;a href="http://www.ics.pt/verfs.php?fscod=133&amp;lang=pt"&gt;Estatuto do Jornalista&lt;/a&gt; (art 3º) &lt;span style="color:#009900;"&gt;o jornalismo só é incompatível, quando exercido em simultâneo&lt;/span&gt;. Para o jornalista exercer assessoria de imprensa basta entregar a sua carteira profissional na CCPJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isto coloca questões de carácter ético. Segundo o quadro legal alguém que trabalhe como assessor de algum político poderá depois entrevista-lo como jornalista. Isto poderá criar uma situação de condicionamento e dependência. Mas também permite a obtenção de informações privilegiadas. Mas serão essas informações legítimas?&lt;br /&gt;O jornalismo é uma actividade regulamentada ao contrário das relações públicas. No entanto a lei que impede os jornalistas de exercerem em simultâneo a função de assessor, permite a mobilidade entre as duas funções sem que seja obrigatório um período de paralisação ou quarentena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande parte dos órgãos de comunicação possui um tempo de quarentena estipulado para estes casos, mas o que é facto é que, por ditas “questões de ética”, esse tempo de paralisação é opcional e acaba por ser estabelecido pelo próprio jornalista.&lt;br /&gt;Sendo assim, o conceito de assessor clássico fica ultrapassado. Actualmente, a função do assessor de imprensa deixa de ser aquela que se limitava a criar press-releases e a falar com os jornalistas.&lt;br /&gt;O lugar que o assessor actualmente ocupa, principalmente na política, pressupõe uma questão de confiança pessoal, que leva a uma situação de comprometimento e que o coloca mais por dentro das questões (até as mais melindrosas). Apesar de ser uma actividade bem remunerada a função do assessor é muito precária, uma vez que a qualquer altura este pode ser dispensado - e para isso basta que quebre essa confiança criada com a entidade/pessoa que o contracta.&lt;br /&gt;O assessor de um político faz aquilo que lhe é mandado e tem que cumprir à regra as vontades do patrão, mesmo que isso não vá de acordo com os seus princípios e ideias.&lt;br /&gt;No caso das empresas a situação muda de figura. Normalmente, o empresário contracta a longo prazo e o assessor pode vir a integrar os quadros. O assessor tem assim uma mais valia em assegurar o seu trabalho.&lt;br /&gt;No entanto, algumas entidades, que preferem não integrar nos seus quadros profissionais de assessoria, contratam por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Outsourcing"&gt;outsourcing&lt;/a&gt; – contratação externa de serviços. Optam primordialmente pela contratação não de um assessor mas de uma empresa de relações públicas, que apresenta várias vantagens a nível monetário e possibilita a integração de vários pessoas e competências. Em muitas circunstâncias, as entidades têm um assessor, que faz a ligação com a administração, e uma empresa contratada.&lt;br /&gt;Na política não haverá contratação por outsourcing uma vez que é obrigada a contratar individualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos jornalistas é de salientar que por vezes estes não se apercebem quando estão a ser manipulados. Quem contacta os jornalistas para que determinada notícia seja publicada não age inocentemente, mas sim alguém que está envolvido em todas as fases de uma estratégia de comunicação bem elaborada e pouco inocente. As estratégias de comunicação ao serem mais complexas também são mais subtis, mais dissimuladas, para que o jornalista não perceba e não desconfie. Quanto mais dissimulada e subtil precisar de ser uma campanha, mais precisa desde da intervenção dos assessores na sua definição.&lt;br /&gt;Tendo em conta que na maioria dos casos o dono da mensagem e o jornalista não partilham os mesmos objectivos, torna-se necessário recorrer à assessoria de imprensa para convencer o jornalista.&lt;br /&gt;A actuação da assessoria para convencer os jornalistas vai desde a &lt;strong&gt;criação de factos que sejam inevitavelmente notícia &lt;/strong&gt;passando pela &lt;strong&gt;invenção de actividades de relações públicas de tal valor mediático impossíveis de ignorar&lt;/strong&gt;. Não nos podemos esquecer também de uma outra forma de convencer, a &lt;strong&gt;corrupção&lt;/strong&gt;. Sempre que for necessário o jornalista ganha umas férias extra, um bom carro ou uma conta bancária mais “choruda” para que a notícia saia. É a assessoria de imprensa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Links de interesse:  &lt;a href="http://www.geocities.com/CollegePark/4230/comu.htm"&gt;http://www.geocities.com/CollegePark/4230/comu.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845456-114977692534926775?l=estrategiascomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/feeds/114977692534926775/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845456&amp;postID=114977692534926775' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/114977692534926775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/114977692534926775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/2006/06/aula-9-assessoria-de-imprensa.html' title='aula 9 – Assessoria de Imprensa'/><author><name>Ana Moutinho Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05036647223167003754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://pics-38.hi5.com/userpics/538/291/29159538.img.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845456.post-114977508740570530</id><published>2006-06-08T14:43:00.000+01:00</published><updated>2006-06-08T14:58:29.250+01:00</updated><title type='text'>aula 8 - Afirmação da mensagem através duma estratégia de comunicação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A mensagem é a informação codificada transmitida pelo emissor para o receptor e tudo isto faz parte de um processo de comunicação.&lt;br /&gt;A mensagem é aquilo que eu quero dizer para vender o meu produto. É a &lt;strong&gt;explicitação de uma necessidade&lt;/strong&gt;, é dizer que o meu é melhor.&lt;br /&gt;No entanto, &lt;span style="color:#009900;"&gt;na actual sociedade em que existe demasiada concorrência não basta dizer que o meu é o melhor&lt;/span&gt;. A afirmação da mensagem já não se faz desta forma instintiva. A estratégia simplista já não funciona. Há &lt;span style="color:#009900;"&gt;necessidade de tornar a mensagem mais complexa, mais ambiciosa, mais subtil de forma a chamar atenção dos meios de comunicação social e da opinião pública&lt;/span&gt;. Quanto mais as mensagens forem ambiciosas mais complexas são.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando há concorrência há necessidade de afirmar a mensagem. &lt;span style="color:#009900;"&gt;Na maior parte das vezes as mensagens não são apenas afirmadas pela publicidade ou pelas relações públicas mas também pelas estratégias de comunicação e marketing&lt;/span&gt;. Estratégia no sentido de pensar a mensagem a longo prazo sem ser para resolver um “problemazinho”. Torna-se cada vez mais necessário ter subtileza ao acentuar a mensagem sem dar a entender que é publicidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Actualmente as empresas percebem que têm de criar um conjunto de mensagens com o mesmo conteúdo, mensagens subtis para dizer que é a melhor empresa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Como se realiza essa estratégia de comunicação&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;1.&lt;/span&gt; Há que &lt;strong&gt;perceber que existe públicos alvo em detrimento de um público só&lt;/strong&gt;. Todas as mensagens têm um ou mais públicos alvo, mas não há um público – genericamente as pessoas são diferentes. As pessoas têm idades diferentes, ideias diferentes, estatutos socioprofissionais diferentes, são geograficamente diferentes.&lt;br /&gt;A empresa tem de saber quem é que compra para saber para quem faz a mensagem. Ou seja, torna-se necessário fazer uma detecção das necessidades e dos objectivos para definir os públicos-alvo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;2.&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;Afirmação da ideia – chave depois de detectadas as necessidades e o público alvo&lt;/strong&gt;. A empresa tem que em conjunto com a empresa de marketing ou relações públicas definir as ideias chaves podendo até chegar ao slogan da empresa.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;3.&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;Perceber e decidir como essas ideias chave vão chegar ao público&lt;/strong&gt;. Escolher os suportes que levarão a mensagem.&lt;br /&gt;um exemplo: feijoada para inauguração da Ponte Vasco da Gama&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;4.&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;Escolher os órgãos de comunicação social que vão divulgar essa mensagem&lt;/strong&gt;, uma vez que nem todos os órgãos são iguais pois variam de acordo com o público alvo. Os meios de comunicação são escolhidos em função dos públicos. É feita uma análise desses meios para decidir quais irão transmitir a mensagem. Será perda de dinheiro se o órgão de comunicação escolhido não se dirige para o público alvo pretendido.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;5.&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;Concretizar o plano de comunicação&lt;/strong&gt;. Pôr em prática todo o plano organizado anteriormente, elaborar os suportes, organizar o contexto que suportará as mensagens, etc.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;6.&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;Avaliação do impacto que a estratégia teve&lt;/strong&gt;. Avaliar o impacto da mensagem junto do seu público. Perceber se a mensagem chegou ao público-alvo, como chegou e qual a resposta desse público. Esta análise pode ser feita de duas formas: a mais barata – ver que notícias saíram sobre o produto/evento, e uma mais dispendiosa – realizar sondagens.&lt;br /&gt;Antes disso ainda podemos corrigir os danos, ou seja, monitorizar o impacto dessa comunicação. Antes de vender o produto verificar se a mensagem tem sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as entidades têm objectivos comunicacionais. Torna-se assim estritamente &lt;span style="color:#009900;"&gt;necessário profissionalizar a mensagem para alcançar os objectivos&lt;/span&gt;. E isto remete-nos para a &lt;span style="color:#009900;"&gt;necessidade de se pensar numa estratégia de comunicação para se concretizar uma mensagem&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845456-114977508740570530?l=estrategiascomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/feeds/114977508740570530/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845456&amp;postID=114977508740570530' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/114977508740570530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/114977508740570530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/2006/06/aula-8-afirmao-da-mensagem-atravs-duma.html' title='aula 8 - Afirmação da mensagem através duma estratégia de comunicação'/><author><name>Ana Moutinho Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05036647223167003754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://pics-38.hi5.com/userpics/538/291/29159538.img.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845456.post-113802118690160999</id><published>2006-01-23T12:47:00.001Z</published><updated>2006-06-07T15:36:37.706+01:00</updated><title type='text'>aula 7 - Empresas de Relações Públicas em Portugal</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;De acordo com o &lt;a href="http://anpub.workmedia.pt/indice_sectores.php?expande=701"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Anuário de Meios&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; existem cerca de 100 empresas de relações públicas mas apenas 23 estão registadas na APECOM.&lt;br /&gt;A Associação Portuguesa das Empresas de Conselho em Comunicação e Relações Públicas (APECOM), fundada em 1989, é uma associação empresarial onde estão reunidas as mais importantes empresas portuguesas que se dedicam à consultoria nas áreas das Relações Públicas, Assessoria de Imprensa, Organização e Eventos e Imagem Empresarial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;a href="http://www.apecom.pt/"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Actualmente esta associação integra 23 empresas que são responsáveis pela esmagadora maioria do volume de actividade e do emprego do sector&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;.&lt;/span&gt;” &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E porquê apenas 23 em 100 empresas estão associadas à APECOM?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A actividade de relações públicas não é regulamentada em Portugal, pois não existe qualquer quadro legal que justifique a inscrição das empresas de comunicação. Contando ainda com o facto de que essa inscrição não é obrigatória. Tudo isso tem repercussões:&lt;br /&gt;Esta não regulamentação leva à origem de diversas denominações da actividade de relações públicas:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;× Consultor de comunicação&lt;br /&gt;× Marketing institucional&lt;br /&gt;× Conselho em comunicação&lt;br /&gt;× Comunicação empresarial&lt;br /&gt;× Departamento de informação&lt;br /&gt;× Assessoria de imprensa&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Para além do facto das empresas não serem obrigadas a divulgar o seu volume de negócios e de clientes, não permitindo estabelecer uma hierarquia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, de certa forma, curioso e intrigante que várias empresas de relações públicas – especialistas em criar e vender imagem positiva de outras empresas – não tenham o seu próprio site na Internet. É interessante, que as empresas de relações públicas, que são contratadas por outras empresas para criar os seus sites, não utilizem as suas ferramentas de trabalho para se divulgarem na Internet – factor essencial nos dias de hoje.&lt;br /&gt;Todas as empresas identificam os serviços, através do trabalho prestado pelas relações públicas – criar e vender boa imagem. Estes são alguns dos serviços prestados pelas relações públicas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Comunicação institucional&lt;/span&gt; – está relacionada com a imagem das instituições, da empresa. Também designada de Empresarial ou Organizacional, não é mais do que um esforço deliberado e planeado para estabelecer relações de confiança entre o mundo empresarial e todo o seu público, para a concretização e alcance de um objectivo comum.&lt;br /&gt;"&lt;a href="http://comunicare.no.sapo.pt/entrada.html"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Analisando a origem da palavra comunicação, etimologicamente, deriva do verbo latino comunicare, que significa tornar comum.Hoje, traduz-se na partilha de bens materiais, espirituais, afectivos e relações intrapessoais, interpessoais e organizacionais, através de palavras, gestos, sinais e técnicas como: Relações Públicas, Publicidade, Marketing, Comunicação Empresarial/Institucional, etc&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;.&lt;/span&gt;"&lt;br /&gt;In, Dicionário de Relações Públicas, Ana Viale Moutinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Responsabilidade social ou marketing social&lt;/span&gt; – a empresa associa-se a iniciativas de carácter social e fila, não com o intuito de publicidade, mas de criarem uma boa imagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Gestão e comunicação de crise&lt;/span&gt; – todas as empresas têm mecanismos para evitar e superar uma situação de crise.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://comunicare.no.sapo.pt/entrada.html"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Faz parte integrante de qualquer plano de comunicação, sendo importância equivalente a qualquer processo comunicacional. Trata-se de uma situação repentina que põe em causa a imagem e o equilíbrio de uma instituição. Estar preparado para qualquer situação de crise não só a permite contornar, como até evitá-la.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc66cc;"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Comunicação interna&lt;/span&gt; – visa evitar descontentamentos dentro de uma empresa. Consiste na possibilidade que a empresa tem de criar um fluxo contínuo entre o pessoal (interno) da empresa. É possível melhorar a produtividade, minorar os conflitos internos e aumentar a compreensão dos empregados sobre questões decisivas através do aperfeiçoamento da comunicação interna.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://executivos.online.pt/organizados/o12.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A comunicação interna tem uma importância crucial para o desenvolvimento de um quadro de referência comum a todos os trabalhadores do que é a empresa e, consequentemente, na consolidação da identidade da organização. &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://executivos.online.pt/organizados/o12.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;A comunicação interna não pode ser reduzida a um conjunto de canais através dos quais circula informação, mas deve antes ser entendida como um sistema de interacções onde «emissor» e «receptor» interagem mutuamente e partilham significados simbólicos. &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://executivos.online.pt/organizados/o12.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;(…)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://executivos.online.pt/organizados/o12.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Como qualquer comportamento é comunicação, e não existe «não comportamento», não há não comunicação. Ou seja, o sujeito na empresa está sempre a comunicar. &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://executivos.online.pt/organizados/o12.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Uma comunicação interna eficaz é aquela que vê a comunicação como um comportamento de pôr em comum um sistema interactivo simbólico, em que o sistema de trocas entre os intervenientes pressupõe um significado partilhado e o respeito pelas diferenças individuais e não como um sistema de informação.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Public affairs ou lobi &lt;/span&gt;– visa influenciar o poder político para com os interesses da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Mediatraining &lt;/span&gt;– são cursos de aprendizagem para lidar com a comunicação social criados pelas relações públicas. Treino para falar com jornalistas, ou seja, formação que ensina os protagonistas a falarem nos meios de comunicação social. Preparação de executivos para o relacionamento com a imprensa, entrevistas.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.aberje.com.br/antigo/curso17.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Na atualidade, a informação adquiriu um caráter eminentemente estratégico. &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.aberje.com.br/antigo/curso17.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Nunca, na história da humanidade, foi tão necessário absorver e elaborar tamanho volume de informação. Mais que isso, nunca o individuo, principalmente aquele ocupando posição de destaque frente a seus pares, foi tão requisitado a se expressar para tantos. &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.aberje.com.br/antigo/curso17.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Cada posição assumida frente a uma câmara ou microfone implica responsabilidades, e a capacidade de se expressar com segurança pode significar a diferença entre sucesso e fracasso. &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.aberje.com.br/antigo/curso17.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Media Training visa, justamente, desenvolver essa capacidade e segurança aos profissionais e executivos, particularmente aqueles que, pela responsabilidade e visibilidade associados aos cargos que ocupam, são frequentemente procurados pelas mídias.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Mecenato cultural &lt;/span&gt;– as empresas que exercem acções importantes no desenvolvimento da cultura. Apoiam causas culturais, através de donativos, e têm benefícios fiscais. Isto vai criar uma imagem favorável para a empresa sem fazer publicidade e sem intuito de vender.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.min-cultura.pt/Noticias/MecenatoCnt.html"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O que é o mecenato cultural?&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.min-cultura.pt/Noticias/MecenatoCnt.html"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Ao conceito clássico de protecção aos artistas e às artes, a título meramente filantrópico, as sociedades modernas acrescentaram um conjunto de incentivos de natureza fiscal, que se traduzem na redução de impostos a quem contribua para o desenvolvimento cultural do País.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Benchmarketing &lt;/span&gt;– utilização de um modelo que tenha sido utilizado noutra empresa com sucesso. A empresa estuda os métodos usados pelos concorrentes para melhorar o seu próprio negócio.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.guiarh.com.br/z59.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Os Japoneses têm uma palavra chamada “dantotsu” que significa lutar para tornar-se o "melhor do melhor", com base num processo de alto aprimoramento que consiste em procurar, encontrar e superar os pontos fortes dos concorrentes. &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.guiarh.com.br/z59.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Esse conceito enraizou-se numa nova abordagem de planejamento estratégico. Durante a última década, ele tem produzido resultados impressionantes em companhias como a Xerox, a Ford e a IBM e é conhecido como Benchmarking.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.guiarh.com.br/z59.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Benchmarking é um processo contínuo de comparação dos produtos, serviços e práticas empresarias entre os mais fortes concorrentes ou empresas reconhecidas como líderes. É um processo de pesquisa que permite realizar comparações de processos e práticas "companhia-a-companhia" para identificar o melhor do melhor e alcançar um nível de superioridade ou vantagem competitiva.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Comunicação financeira &lt;/span&gt;– está relacionada com os relatórios de contas da empresa. Uma função indispensável aos grupos cotados na bolsa de valores, que são obrigados a comunicar regularmente a sua situação financeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Produção e promoção de eventos &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Clipping &lt;/span&gt;– recolha de notícias e artigos relacionados com a empresa publicados nos diversos meios de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Research &lt;/span&gt;– pesquisa&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Road shows&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;– visa levar empresas nacionais a outros mercados que não os nacionais para demonstrarem seus serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Algumas das principais empresas – não pelo critério de facturação, que não é divulgado – mas de notoriedade: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.lift.com.pt/"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Bairro Alto&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; &lt;/span&gt;(que mudou para a Lift)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.agendasetting.pt/quefazemos.php"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Agenda Setting&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cunhavaz.com/"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Cunha Vaz Associados&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cunhavaz.com/"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Grupo GCI&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imago.pt/servicos.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Imago&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.lpmcom.pt/main.php"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;LPM Comunicação&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.unimagem.pt/"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Unimagem&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.hillandknowlton.com/"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;NR Hill and Knowlton&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;br /&gt;Porter Novelli&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.dne.pa-net.pt/ms/dne/home.html"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Weber Shandwick – D &amp;amp; E&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.sanchiscomunicacion.com/eng/grupo/oficinas.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Citigate Sanchis&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845456-113802118690160999?l=estrategiascomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/feeds/113802118690160999/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845456&amp;postID=113802118690160999' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/113802118690160999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/113802118690160999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/2006/01/aula-7-empresas-de-relaes-pblicas-em.html' title='aula 7 - Empresas de Relações Públicas em Portugal'/><author><name>Ana Moutinho Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05036647223167003754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://pics-38.hi5.com/userpics/538/291/29159538.img.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845456.post-113414669054589143</id><published>2005-12-09T16:35:00.000Z</published><updated>2006-06-07T15:26:32.230+01:00</updated><title type='text'>aula 6 - Publicidade vs Relações Públicas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/renova-metroparis1.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Se a publicidade é “tão má” e as relações públicas “tão boas” porque é que há muito mais mensagens publicitárias do que de relações públicas?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;As &lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;relações públicas&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;têm de ser “avaliadas” pelo jornalismo, pois o espaço mediático é reduzido. Qualquer iniciativa de relações públicas tem de sair na comunicação social, e para sair é necessário jornalista – um exemplo: &lt;span style="color:#009900;"&gt;Press-release&lt;/span&gt;: é uma forma mais básica de publicidade. “&lt;a href="http://www.fred.adm.br/glossario/glossario.html#P"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Release ou press release é um comunicado (documento, texto etc.) que se elabora e se publica para fins de divulgação de informações. (HOUAISS, 1982)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;”. &lt;/span&gt;No entanto, o jornalista o jornalista não expõe toda a informação de que dispõe. É feita uma selecção da informação.&lt;br /&gt;Para além de serem mais eficazes, as relações públicas implicam menos despesas que a publicidade. As relações públicas valorizam o conteúdo da mensagem e essa tem de interessar ao jornalista.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando as relações públicas não funcionam o único recurso é a publicidade&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As relações públicas têm muita credibilidade, no entanto tem muita dificuldade junto dos jornalistas – por vezes necessitam de recorrer à “compra” de jornalistas. As relações públicas são filtradas pelo jornalista.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As mensagens têm de ter valor mediático para poderem interessar à relações públicas&lt;/strong&gt;. Na maior parte as mensagens publicitárias não são notícia, pois não têm interesse noticioso. Há situações em que não há hipótese de valor mediático: nesse casos só recorrendo à publicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Publicidade e relações públicas não são incompatíveis mas sim diferentes&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Quando uma notícia, por ser extensa, não cabe por completo no jornal então recorre-se à publicidade – exemplo: há greve do sindicato da stcp e é necessário divulgar serviços de transporte alternativos. A greve é noticiada no jornal e a publicidade divulga os transportes alternativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É necessário haver &lt;strong&gt;técnicas para se transformar uma mensagem numa notícia&lt;/strong&gt;. Alguns exemplos:&lt;br /&gt;- &lt;span style="color:#009900;"&gt;Contratação de um arquitecto famoso para fazer uma obra e sua divulgação&lt;/span&gt; (vai criar uma imagem positiva para);&lt;br /&gt;- &lt;span style="color:#009900;"&gt;Criação de eventos e atrair os media para eles&lt;/span&gt;, não só direccionado nas vendas mas principalmente na imagem;&lt;br /&gt;- &lt;span style="color:#009900;"&gt;Ligação de empresas a iniciativas com visibilidade pública&lt;/span&gt;. &lt;a href="http://www.quebramar.pt/"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Quebramar&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; – não faz publicidade, mas sim preocupa-se em dar conteúdo comunicacional à sua mensagem. Associa-se a iniciativas de visibilidade pública e que façam notícias. O seu investimento é feito principalmente nas actividades náuticas.&lt;br /&gt;- &lt;span style="color:#009900;"&gt;Criação de campanhas polémicas&lt;/span&gt; que visam chocar e provocar, não dando propriamente importância à mensagem (que acaba por ser irrelevante), mas sim originando reacções para que se fale – Boca à Boca. &lt;a href="http://www.wellbeingworld.com/"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Renova&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; – que lançou campanha, direccionada para o público feminino (que representa 80% dos compradores dos seus produtos), em que vários modelos masculinos surgem tal como vieram ao mundo, nas ruas da Europa. Vê o caso França em que a campanha foi noticia nos jornais &lt;a href="http://www.renovaonline.net/Renovaonline2/images/cbnews.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;CBNews&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.renovaonline.net/Renovaonline2/images/strategies.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Stratégies&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.renovaonline.net/Renovaonline2/images/latribune.jpg"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;La Tribune&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/400/renova-metroparis1.0.jpg" border="0" /&gt; &lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/400/renova_metroparis2.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Renova no metro de Paris&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845456-113414669054589143?l=estrategiascomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/feeds/113414669054589143/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845456&amp;postID=113414669054589143' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/113414669054589143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/113414669054589143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/2005/12/aula-6-publicidade-vs-relaes-pblicas.html' title='aula 6 - Publicidade vs Relações Públicas'/><author><name>Ana Moutinho Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05036647223167003754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://pics-38.hi5.com/userpics/538/291/29159538.img.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845456.post-113414487326088121</id><published>2005-12-09T16:09:00.000Z</published><updated>2006-06-07T15:23:09.640+01:00</updated><title type='text'>aula 5 - Relações públicas e o marketing</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Marketing&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;define-se como técnica a que recorrem todos os que se querem afirmar no seio de uma lógica concorrencial. É uma técnica que recorre a várias ferramentas entre as quais se destacam a &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;publicidade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; – com grave problema de credibilidade, pois é o próprio quem afirma ou insinua as suas qualidades – e as &lt;a href="http://oquesepassa.no.sapo.pt/apoio%20RP.htm"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;relações públicas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; – que recorre à intermediação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;relações públicas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; são uma ferramenta / disciplina que visa conseguir boa imagem com recurso a técnicas de intermediação. Existe concorrência e é necessário encarar a sua existência. Logo surge a necessidade de haver alguém a intermediar a mensagem.&lt;br /&gt;Um exemplo de mensagem intermediada é a &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Publireportagem&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;– entrevistas publicitárias pagas, que aparecem como notícias.&lt;br /&gt;Uma pessoa a quem nunca seria feita uma notícia, paga para que lhe façam uma entrevista, com as perguntas que essa mesma quer que lhe sejam feitas. Utilização de lógicas jornalísticas, paga para benefício de alguém. Visam promover algo ou alguém com recurso à intermediação. O objectivo é que se tenha uma imagem favorável de determinado produto ou pessoa para com o público. O objectivo é que alguém passe uma mensagem positiva sobre o próprio.&lt;br /&gt;No link, a seguir referido, podes ver como comprar uma publireportagem, preços e condições de comerciais: &lt;a href="http://www.ifilp.org/divain/IL_P1045.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;http://www.ifilp.org/divain/IL_P1045.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;É através das diversas ferramentas das relações públicas que é possível criar uma imagem favorável de uma pessoa, produto ou empresa perante determinado público – favorecendo a nível de vendas e renome.&lt;br /&gt;A &lt;a href="http://www.superbock.pt/"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Super Bock&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, marca nacional de cerveja que, como qualquer bebida alcoólica, sofre com o facto de ser “&lt;a href="http://www.aacs.pt/legislacao/codigo_da_publicidade.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;proibida a publicidade de bebidas alcoólicas, na televisão e na rádio, entre as 7 e as 21 horas e 30 minutos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;”, conseguiu dar a volta à legalidade através da criação do festival &lt;a href="http://www.musicanocoracao.pt/festivais/fest_superbock.html"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Super Bock Super Rock&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; que fez com que a marcar surgisse nas rádios como notícia de abertura do noticiário da manhã ou aparecesse na televisão a qualquer hora sem impedimentos legais. Através da &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;criação de um evento&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; a &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Super Bock&lt;/span&gt; ganha notoriedade e consequentemente aumenta as vendas – é verdade, a cerveja esgota no festival!..&lt;br /&gt;Outra das ferramentas das relações públicas é a &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;criação de uma imagem global da empresa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; através da criação de logotipos, cor, assinaturas, etc. Como exemplo disso temos as empresas de telecomunicações nacionais: &lt;a href="http://www.vodafone.pt/NR/Vodafone/images/newsletter/logo.gif"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Vodafone “How are you”&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; ; &lt;a href="http://www.celbox.pt/imagens/logo_tmn.gif"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Tmn “Até já”&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; ; &lt;a href="http://moffice.optimus.pt/m_office/img/optimus_logo.png"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Optimus “Segue o que tu sentes”&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt; &lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Lobi&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; é uma forma de convencer as autoridades, de pressionar o poder de maneira a conseguir determinado objectivo – conseguir publicidade ou notícias através de dinheiro ou pressão pública. Grande pressão que vai tentar conseguir alcançar uma decisão pretendida. Também conhecido por &lt;strong&gt;lobby&lt;/strong&gt; define-se “&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2004/12/06/opiniao/fazer_lobby_pela_europa.html"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;como actividade de contacto directo com os poderes executivo e legislativo em defesa de interesses particulares&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;” . O &lt;strong&gt;lobby&lt;/strong&gt; “&lt;a href="http://dn.sapo.pt/2004/12/06/opiniao/fazer_lobby_pela_europa.html"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;decorre naturalmente da estruturação da actividade política pelos partidos formados livremente na sociedade civil e, tal como esta, rege-se pela regra de publicidade dos seus interesses&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;” . &lt;strong&gt;Esta actividade não está ainda regulamentada em Portugal.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É cada vez mais relevante não ignorar a importância da &lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;comunicação interna&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;nas empresas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. Comunicar com os próprios trabalhadores da empresa torna-se essencial e indispensável para o crescimento e bom funcionamento da mesma. Uma empresa bem estruturada tem de dar importância à comunicação interna (um dos mais importantes instrumentos da empresa).&lt;br /&gt;Actualmente, grande parte das empresas começam a perceber o quão importante é conquistar os funcionários, pois as suas opiniões facilmente se espalham junto dos amigos, familiares, etc (&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Boca – à – boca&lt;/span&gt;). Consequentemente, se a empresa consegue agradar ao operário, também conseguirá agradar o público – e não podemos esquecer que os funcionários também são público.&lt;br /&gt;Existem, para além destas ferramentas, outras não menos importantes:&lt;br /&gt;- &lt;span style="color:#009900;"&gt;pesquisas de opinião&lt;/span&gt; (sondagens);&lt;br /&gt;- &lt;span style="color:#009900;"&gt;assessoria de imprensa&lt;/span&gt;/&lt;span style="color:#009900;"&gt;conselho em comunicação &lt;/span&gt;(produzir materiais informativos, responder pela empresa, falar com jornalistas);&lt;br /&gt;- &lt;span style="color:#009900;"&gt;planear estratégias de comunicação&lt;/span&gt; (comunicação global);&lt;br /&gt;- &lt;span style="color:#009900;"&gt;patrocínios e mecenato&lt;/span&gt;;&lt;br /&gt;- &lt;span style="color:#009900;"&gt;comunicação de crise&lt;/span&gt;;&lt;br /&gt;- &lt;span style="color:#009900;"&gt;o marketing politico&lt;/span&gt; (dos cartazes aos discursos, do saco plástico…).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As relações públicas sempre conseguiram boa imagem para os outros mas sempre foi uma profissão que não alcançou boa imagem&lt;/strong&gt;. A palavra de relações públicas tem um problema de conotação negativa. Isto associa-se à falta de regulamentação.&lt;br /&gt;Historicamente a expressão relações públicas ganhou uma conotação perjurativa. Não quer dizer que a actividade se tenha extinguido, até muito pelo contrário. A razão desta conotação negativa não se deve ao desaparecimento da actividade mas sim da mudança de designação. Apesar de existirem milhares de pessoas a trabalhar como relações públicas só uma pequena parte assume essa designação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“&lt;a href="http://www.portal-rp.com.br/bibliotecavirtual/relacoespublicas/teoriaseconceitos/0026.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Como toda profissão nova debate-se com inúmeros problemas, que somente o tempo poderá superar, pois a comprovação de sua utilidade não é feita do dia para noite. Esta comprovação tem como obstáculos: a falta de tradição, os inúmeros enfoques, a existência de pessoas e empresas que se intitulam "experts" e realizam atividades totalmente perniciosas à empresa e à sociedade. Enfim, é uma gama enorme de fatos contrários ao desenvolvimento profissional. Contudo, ela aí está em nosso contexto apesar de mal interpretada e portanto mal compreendida.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.portal-rp.com.br/bibliotecavirtual/relacoespublicas/teoriaseconceitos/0026.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;[...]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.portal-rp.com.br/bibliotecavirtual/relacoespublicas/teoriaseconceitos/0026.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Relações Públicas é uma atividade das organizações, que por sua vez são constituídas de pessoas. Jamais se faz Relações Públicas de produtos ou serviços. A estes cabe a promoção de vendas e outras atividades que não estão em foco.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.portal-rp.com.br/bibliotecavirtual/relacoespublicas/teoriaseconceitos/0026.htm"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Finalizando, ao realizarmos uma atividade contínua e planejada na busca da compreensão mútua entre a empresa pública ou privada é necessário se obter a boa imagem, facilitando, também, o processo de transação, isto é, de marketing.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845456-113414487326088121?l=estrategiascomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/feeds/113414487326088121/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845456&amp;postID=113414487326088121' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/113414487326088121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/113414487326088121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/2005/12/aula-5-relaes-pblicas-e-o-marketing.html' title='aula 5 - Relações públicas e o marketing'/><author><name>Ana Moutinho Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05036647223167003754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://pics-38.hi5.com/userpics/538/291/29159538.img.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845456.post-113293726824573835</id><published>2005-11-25T16:22:00.000Z</published><updated>2006-06-12T14:13:14.610+01:00</updated><title type='text'>aula 4 - O Marketing</title><content type='html'>&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Nada se vende sozinho a partir do momento que tem concorrência&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. Qualquer mensagem que tem concorrência tem de fazer qualquer coisa para se evidenciar junto da opinião pública. Nos media &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;interessa a imagem que se transmite&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. No entanto, é importante não esquecer que a imagem é sempre manipulada por alguém. E essa &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;manipulação da mensagem visa sempre atingir determinado objectivo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Marketing visa ajudar a vender determinado produto&lt;/span&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;(seja um político, seja um talho).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Marketing é o processo de encontrar necessidades e satisfazê-las de forma rentável. Engloba a construção de um satisfatório relacionamento a longo prazo do tipo ganha-ganha no qual indivíduos e grupos obtêm aquilo que desejam. O marketing se originou para atender as necessidades de mercado, mas não está limitado aos bens de consumo; é também amplamente usado para "vender" idéias e programas sociais. Técnicas de marketing são aplicadas em todos os sistemas políticos e em muitos aspectos da vida.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;”&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esta questão do marketing é intrínseca ao ser humano. Nós sabemos que temos de mudar determinadas formas de agir, comunicar para atingir os nossos objectivos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Marketing é uma disciplina geral que se divide em dois ramos:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Publicidade"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Publicidade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt; &lt;/span&gt;que é a técnica mais conhecida mas não a mais eficaz porque tem um grave problema de credibilidade da mensagem publicitária, pois é o próprio quem afirma ou insinua as suas qualidades. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/DSC00921.4.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/320/DSC00921.3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/DSC00921.4.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/DSC00917.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/DSC00917.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/DSC00917.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/DSC00917.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/DSC00917.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/DSC00917.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/DSC00917.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/DSC00917.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/DSC00917.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;publicidade no metro do porto&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/1600/DSC00917.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6906/1730/320/DSC00917.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;publicidade no autocarro da STCP&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E as &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Relações Públicas &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;que tem os mesmos objectivos da publicidade só que neste caso é dito por outro. Enquanto a publicidade é paga por quem diz – o que lhe tira toda a credibilidade – as relações públicas é o mérito do outro dizer por ele. A isto damos o nome de intermediação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma das técnicas que a publicidade usa para conseguir essa intermediação (e para compensar a sua falta de credibilidade) é o &lt;a href="http://pubaddict.wordpress.com/2006/05/21/product-placement/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Product Placement&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;– a Colocação do Produto – esforço que as empresas fazem para associar os produtos a filmes e novelas. Todas as mensagens visam ser intermediadas e esta é uma forma dos anunciantes tentarem mais uma vez a intermediação. São contratadas pessoas conhecidas que tenham boa imagem para fazer publicidade a determinado produto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Qualquer mensagem luta ou pela opinião pública ou pelo espaço mediático&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Todas as mensagens que existam em concorrência lutam preferencialmente pelo espaço mediático. Quando não conseguem espaço mediático os protagonistas da mensagem recorrem à publicidade.A publicidade busca alguma intermediação mas nem sempre o consegue. Nesses casos ela recorre ao &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;choque&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; e ao &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;humor&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;a melhor forma de transmissão publicitária é a publicidade do Boca – à – boca&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. É o modo mais eficaz uma vez que dá credibilidade porque as pessoas que falam não são pagas para o fazer. &lt;strong&gt;É esta Intermediação – a existência de outra pessoa que não tenha interesses – que dá credibilidade à mensagem&lt;/strong&gt;.A mensagem publicitária só tem validade na opinião pública se for dito não por mim mas por outro.&lt;br /&gt;A publicidade é uma questão de dinheiro, quem tem mais faz mais publicidade. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845456-113293726824573835?l=estrategiascomunicacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/feeds/113293726824573835/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845456&amp;postID=113293726824573835' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/113293726824573835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845456/posts/default/113293726824573835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estrategiascomunicacao.blogspot.com/2005/11/aula-4-o-marketing.html' title='aula 4 - O Marketing'/><author><name>Ana Moutinho Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05036647223167003754</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://pics-38.hi5.com/userpics/538/291/29159538.img.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
